ANALISE VIDEO 29 DE SETEMBRO ALINE
Vamos começar a analisar alguns vídeos de Aline, falas e contradições de acordo com fatos e provas.
Análise Detalhada do Vídeo da Aline — 26/09/2024
1. Início do Vídeo – Trecho da Minha Resposta (21/05)
vídeo da Aline já começa com um recorte do meu vídeo de resposta publicado em 21 de maio:
“Mas cadê o vestido 012? Que história é essa do vestido 012, Aline? Vamos conversar, principalmente com uma pessoa que pelo visto deve estar cheia de treva no coração… Quem sou eu para julgar? E para Aline eu só desejo paz na sua vida, porque realmente você deve estar precisando, porque dois meses depois, minha filha, vai viver. Nossa, o que essa menina fez, na minha opinião, foi apenas um ataque de menina mimada e de ódio.”
Comentário:
Ela faz questão de começar o vídeo com a minha fala, justamente para usar como base para a narrativa que construiu. Esse recorte reforça o tom de polêmica, mas também mostra que ela só passa a ser mencionada de forma direta por mim após toda a repercussão do caso dela.
2. Falas Iniciais da Aline — Posição de Vítima e Judicialização
Após minha fala, ela inicia dizendo:
“É muito louco, né? A gente vê o primeiro pronunciamento do meu caso pra ver o pronunciamento de agora, porque quando começou era desse jeito, era desse jeito. E agora como que tá o pronunciamento? E na época eu aguentei tudo calada, eu fiquei calada, eu não falei nada, ela falou barbaridade sobre mim nesses vídeos, em outros vídeos e nos stories, e eu fiquei calada. Porém, meu amor, eu estou de férias, mas os meus advogados não, e ela sabe bem disso. Mas no dia seguinte eu acordo com as seguintes mensagens e o seguinte áudio…”
Comentário:
Aqui, ela faz questão de se colocar como alguém que foi atacada e que permaneceu calada, suportando tudo em silêncio. Porém, isso não condiz com a realidade, já que até essa data, ela já havia produzido diversos vídeos sobre mim (ao menos 13 vídeos antes desse em setembro), sempre abordando o mesmo tema, me atacando e incentivando linchamento público.
3. Recorte do Meu Áudio de Desculpas (22/)
Ela exibe um trecho do áudio de desculpas que enviei no dia 22 de maio:
“Te perguntar uma coisa: você se desculpa, você se perdoa todos os dias? Porque, de verdade, eu vi seus vídeos, você não tá bem, e isso não tem a ver com um vestido, isso não tem a ver comigo, Juliana, isso não tem a ver com a expectativa que você colocou em cima de mim, isso tem a ver com você, tem alguma coisa dentro de você, e eu sei o que é isso, porque vai por mim, eu já fui essa pessoa, já senti isso, Aline, você tem uma vida tão privilegiada que eu invejo de tantas maneiras, você não merece, você não merece nenhum pingo dessa dor que você tá carregando aí dentro de você que eu senti vendo seus vídeos ontem, não só os vídeos sobre mim, vários vídeos seus. Eu não quero voltar a ser essa pessoa, já fui exatamente igualzinho a você. Tem uma frase que me toca muito: todo mundo está travando uma batalha, seja gentil. Se eu não fui gentil com você em algum momento, com qualquer pessoa, me desculpe de verdade.”
Comentário:
Esse áudio foi enviado após perceber que a situação havia saído do controle e que a questão tinha atingido um nível pessoal. Eu, sinceramente, quis pedir desculpas, entendendo que parte da minha postura também havia sido impulsiva e dura. Ofereci ajuda de forma empática, pois identifiquei nos vídeos dela sinais claros de sofrimento emocional, que inclusive foram relatados por outros seguidores. O objetivo era buscar conciliação, não aumentar o conflito.
4. Aline Distorce e Manipula o Contexto do Áudio
Após o recorte do meu áudio, ela continua:
“Gente, ela me mandou essa mensagem, esses áudios, um áudio gigantesco de, sei lá, acho que tinha quase 10 minutos, ou mais de 10 minutos, não sei, um áudio gigantesco que eu não aguentei ouvir ele inteiro, eu tive que ouvir ele pausado porque ele me fazia passar mal, porque não era um áudio normal, saudável, era um áudio estranho, eu sentia que tinha alguma coisa de estranha naquele áudio, e ela falando que viu alguma coisa em vídeos… os vídeos do quê? Do meu processo diagnóstico de autismo?”
Esclarecimento e Análise:
Aqui, é fundamental ressaltar: os vídeos dela que assisti NÃO abordavam autismo, até porque ela só começou a relatar sobre a possibilidade de ter autismo bem depois da polêmica do vestido. Essa fala é uma tentativa clara e apelativa de criar uma narrativa em que eu estaria cometendo capacitismo, quando, na realidade, minha intenção foi acolher, pedir desculpa e reconhecer que percebi sinais de sofrimento emocional. No vídeo dela de 4 de abril (salvo no nosso drive), ela mesma diz que não tem nenhum diagnóstico fechado de autismo, e, naquele momento, o que ela relatava eram episódios de borderline, mas evitava usar o termo. Meu áudio de desculpas foi enviado com base nesses relatos e no quadro emocional que ela expunha na época — e não por autismo, que só entrou em pauta depois, convenientemente, quando o assunto passou a render mais empatia do público. É a mesma estratégia usada por Andrea, Bel e Patrícia: recortar e tirar de contexto falas minhas, para que eu pareça insensível, preconceituosa ou hipócrita.
5. Neurodivergência — Minha Condição Também É Invisível
Ela segue afirmando:
“Pela comunidade Amara.org, que se você não sabe, por lei, eu também sou uma pessoa PCD assim como você. Você é PCD, né? Eu também, meu amor. E, além disso, falando sobre questões psicológicas, mas que você nem sabe… Pessoas autistas, que também são PCDs, têm maior índice de suicídio, você sabia disso? E você fazendo graça com isso na internet, no TikTok.”
Comentário e Esclarecimento:
Se é para falar de neurodivergência, então sejamos honestos: também sou diagnosticada com TDAH, com foco em hiperatividade, o que me torna impulsiva e intensa. Boa parte dos problemas de organização e da minha resposta dura à Aline vieram justamente desse traço. Muitos dos impulsos, desabafos e reações que tive foram consequência de não suportar ser injustamente atacada, não aceitar ser alvo de mentiras. O TDAH traz esse senso de justiça exacerbado e a dificuldade de aceitar ser injustiçada sem reagir. Em momento algum, usei minha neurodivergência para angariar empatia, ao contrário do que ela faz ao trazer o autismo para a discussão apenas quando lhe é conveniente — e, como já disse, sequer havia diagnóstico formal ou relato público sobre isso na época dos fatos.
6. Sobre Monetização e Áudio Recortado (Meus Stories)
Ela apresenta um áudio meu, publicado em stories alguns dias depois:
“Porque ele me rendeu quase R$1.000, eu vou deixar lá até o dia 15 porque eu não sou burra também. A menina não tá ganhando dinheiro em cima de mim? Eu também vou ganhar dinheiro em cima dela, porque eu tenho que trazer meus filhos para passar as férias, né? Valeu, Aline, você pagou as férias dos meus filhos aqui comigo, pelo menos para isso você serviu. Um beijo.”
Contextualização e Motivo do Áudio:
Esse áudio foi publicado num momento de desabafo e revolta, após constatar que ela havia viralizado às minhas custas, ganhando dinheiro, seguidores e engajamento com vídeos de hate. Admito que a fala foi agressiva, e já pedi desculpas por isso. No entanto, o motivo do áudio era simples: se ela estava lucrando com meu nome, nada mais justo do que, pelo menos, eu não apagar meu vídeo, já que ele, por consequência, me renderia alguma receita para amenizar os danos. Depois desse episódio, no dia 22 de maio, enviei um áudio de 17 minutos para ela, pedindo desculpas de verdade, tentando resolver, reconhecendo onde eu poderia ter errado, principalmente porque identifiquei nela uma fã decepcionada e alguém passando por problemas de saúde mental — relatos que também chegaram até mim por seguidores. Ela ignorou completamente minha tentativa de diálogo, me bloqueou, e só pegou recortes do áudio para fortalecer a narrativa que ela queria sustentar. Percebi, naquele momento, que a questão não era sobre vestido, valor, atendimento ou material: o objetivo era visibilidade, engajamento e crescimento na internet, a qualquer custo.
7. Qualidade dos Materiais e a Falácia do Figurino Barato
No vídeo, uso um trecho em que demonstro que o tecido do vestido dela aparece em um figurino de destaque na série Bridgerton:
“Gata, e eu que fiz um vestido de uma formanda muito famosa com o mesmo tecido que a Penelope usa no último episódio dessa última temporada de Bridgerton? Então, tá chocado?”
Ela rebate dizendo:
“Eu, para quem não sabe, já trabalhei como modelo, como atriz, já trabalhei em teatro, já trabalhei dentro do SBT, dentro da Record. Deixa eu te falar uma coisa: os materiais usados para fazer figurinos, para fazer cenário, são de péssima qualidade, são de bem porca qualidade. Só essa informação que eu vou falar para vocês, porque é uma coisa que vai ser usada apenas uma vez, então eles não vão gastar muito dinheiro para isso, e a pessoa se vangloriando e ainda fazendo um comentário ridículo daquele.”
Comentário e Esclarecimento Técnico:
Mais uma vez, ela tenta manipular a audiência para reforçar a narrativa de que o material do vestido era de baixa qualidade. Acontece que o tecido que usei no vestido dela é o mesmo utilizado numa das principais cenas da terceira temporada de Bridgerton — uma das séries mais caras e elogiadas pelo figurino na Netflix. Esse fato pode ser facilmente comprovado em pesquisas sobre valores e fornecedores de tecidos para cinema/séries. Inclusive, outros vestidos meus com o mesmo tecido (renda importada de Paris, 189 euros o metro) foram usados por influenciadoras de grande destaque, que fizeram vídeos elogiando o acabamento, e nunca fizeram ataques — pelo contrário, ajudaram a valorizar meu trabalho. Quando ela diz que entende de tecido porque foi atriz, demonstra soberba e, tecnicamente, equívoco: experiência como atriz não qualifica ninguém a avaliar tecidos como um estilista ou costureiro qualificado faz. Quando fala que figurinos de teatro e TV brasileira são de má qualidade, até concordo, mas nesse caso estamos falando de padrão internacional — e está documentado. Ela prefere omitir isso porque admitir seria contradizer toda a narrativa criada sobre o suposto “tecido barato”.
8. “Cuspindo no Prato que Comeu” — A História das Clientes Famosas
No áudio, digo:
“Mas essa aí que tem mais… Desde o caso da formanda até o caso da noiva, todos os casos são histórias distorcidas. Todas elas usufruíram do meu serviço, da minha arte, e agora estão cuspindo no prato que comeram. O caso primeiro que começou tudo isso, a formanda recebeu o vestido, os elogios… Eu acabei de postar um vídeo de uma noiva minha que pagou, diferente dessas meninas que falam que pagaram pelo meu trabalho. Quer dizer, ela ainda até poderia reclamar caso quisesse, porque ela realmente foi uma cliente em potencial. E ainda assim, mas o que importa é a opinião dessas três meninas, porque elas são famosas, porque têm milhares de seguidores, e estão falando, é porque é verdade.”
Comentário:
O padrão é claro: clientes satisfeitas não viralizam, clientes insatisfeitas, principalmente se têm muitos seguidores, optam por distorcer histórias e criar escândalos para ganhar visibilidade. Muitas vezes, elogiam o trabalho, usam o vestido normalmente, e só depois resolvem transformar uma experiência em motivo de linchamento virtual — geralmente, com informações distorcidas ou omitidas.
9. Sobre o Pagamento — “Eu Paguei, Tenho Direito de Reclamar”
Ela diz:
“Sabe o que é isso aqui? O contrato, o contrato do vestido. Eu não paguei? Não paguei à vista? Tá aqui, ó: R$1.800 valor pago via transferência bancária, Pix no dia 11/11/2022.”
Esclarecimento:
De fato, ela pagou via Pix, mas não em uma única transferência, e sim em várias datas e de contas diferentes. O valor era para aluguel — portanto, tinha a obrigação de devolver o vestido após o uso. Não era venda, era locação, o que ela sempre omite. E se ela tivesse tido qualquer problema real com o vestido, poderia ter resolvido antes do uso, ou buscado outra opção. Inclusive, ela usou o vestido, postou fotos e elogiou publicamente no dia do evento. Só depois, quando percebeu que a narrativa viralizaria, passou a atacar e criar polêmica.
10. Sobre Reclamações — O Lugar Certo e o Timing
Ela afirma:
“Eu paguei, eu sou cliente sua e eu tenho total direito de reclamar. Pode ser daqui a anos, se eu quiser reclamar, eu reclamo e pronto, e acabou. Não tem essa de mal agradecida, comeu e cuspiu no prato que comeu, porque eu paguei pelo seu serviço, eu paguei para uma profissional, coisa que você não é.”
Comentário:
Direito de reclamar todo cliente tem. Mas o local certo para isso é o Procon, o SAC ou, em último caso, a Justiça. Ela nunca buscou diálogo direto para resolver nenhum ponto antes de usar o vestido. Não pediu reembolso antes, não devolveu o vestido sem uso, não reclamou formalmente enquanto estava com ele em mãos. Se o vestido não tivesse agradado, poderia ter alugado outro — inclusive há opções excelentes em São Paulo a partir de R$400,00. Optou por usar, aparecer publicamente com ele, e só depois iniciou a campanha de difamação. Isso mostra que não se trata de insatisfação legítima, mas sim de narrativa construída posteriormente para se promover.
11. Modificações no Vestido — Aprovação Documentada
Ela segue:
“Tem mais nesse contrato aqui ó, que o vestido era com base de corset, em camadas, com fenda transpassada, tecido verde. Tá escrito aqui no contratinho que você me deu para assinar. E aí eu quero que você me responda: você que está assistindo esse vídeo, que cor que o vestido? Como que era o vestido?”
Esclarecimento:
Mais uma vez, repete que teria havido troca sem autorização, o que é mentira. Tenho todos os prints, croquis, mensagens no WhatsApp, mostrando que toda e qualquer modificação no modelo, cor e material foram aprovadas por ela — inclusive ela fala isso no vídeo inicial publicado em abril, quando mostra um print do desenho que enviei para ela. Todo processo foi transparente, documentado, consensual.
12. Sobre Exposição de Imagem e Narrativa de Vítima
Trecho meu:
“Eu tenho direito sobre o uso de imagem dela? Eu não tenho direito sobre o uso de imagem da minha noiva, por exemplo. Ela não é obrigada, por exemplo, a me dar fotos dela para que eu divulgue o meu trabalho. Para mim, quando você não gosta de uma coisa, você não posta, e ainda marca a pessoa.”
Ela responde:
“Para você, engraçado né, me expor na internet, expor a minha imagem na internet, o meu nome, sem se preocupar com a minha saúde mental. E agora vem falar sobre setembro amarelo sem se preocupar se eu ia sofrer hate ou não, e agora fala sobre setembro amarelo e agora vai vídeo chorando…”
Comentário e Contexto:
Primeiro ponto: ela se coloca como exposta, mas foi ela mesma quem tornou o caso público, dizendo desde o início que se tratava de uma “estilista famosa do TikTok”. Só existem poucas estilistas grandes e verificadas na plataforma — a referência era óbvia. Só me posicionei porque os ataques explodiram e minha empresa, minha família e minha saúde passaram a ser atacados. Precisei publicar um vídeo resposta, trazendo provas, prints dos stories dela, mostrando que ela me marcou, me citou e incentivou ataques. Os prints dela me marcando e respondendo “é a Juliana mesmo” estão salvos e fazem parte desse dossiê. Até a data desse vídeo, ela já havia publicado mais de 13 vídeos apenas sobre mim. Quem está sendo exposta por quem, afinal? Eu precisei fazer um vídeo no feed para me defender, e menções nos stories só para me proteger.
Sobre saúde mental, ela usa a pauta quando lhe convém, mas ignora que o que ela fez quase destruiu não só minha carreira, como minha vida pessoal. Minha empresa quase fechou, eu precisei de terapia e suporte para lidar com o hate.
13. Narrativa de “Calada” e Falsa Vitimização
Ela encerra dizendo:
“Fiquei com o psicológico ferrado por causa dessa pessoa, então eu cansei, falei que não ia fazer esse tipo de coisa, né? Então desfalo, porque o meu psicológico vale mais, a minha saúde mental vale mais.”
Comentário Final:
Aline repete várias vezes que “ficou calada”, mas os fatos mostram o oposto: em apenas 3 meses, já havia feito mais de 13 vídeos só sobre mim, com milhões de visualizações, incentivando ataques, ganhando seguidores e monetizando todo o hate. Eu fiz um vídeo resposta, postei prints para me defender e, de resto, tentei seguir em frente, mesmo sendo atacada todos os dias. O dano que ela causou foi irreparável: perdi clientes, minha empresa quase fechou, minha saúde mental foi prejudicada, e precisei refazer toda minha reputação do zero.
No mundo real, cliente insatisfeita resolve com diálogo, com Procon, com Justiça.
Conclusão
Em resumo, se a Aline realmente tivesse se sentido lesada ou insatisfeita com o vestido, a conduta correta e justa seria não retirar a peça do ateliê, buscar outra alternativa para a formatura e, posteriormente, procurar os meios legais cabíveis. Se ela tivesse seguido esse caminho, teria argumentos sólidos e reais para um eventual processo judicial — inclusive, se provado algum descumprimento de contrato, teria direito à reparação por danos materiais e morais. Nada disso aconteceu.
Durante todo o processo, ela foi informada de cada detalhe, participou das decisões e, inclusive, aparece sorrindo e comemorando nos registros feitos tanto no ateliê quanto na própria formatura. Usou o vestido do começo ao fim, devolveu normalmente, elogiou no momento e só meses depois decidiu criar uma história totalmente oposta para as redes sociais.
O que vemos, de fato, é a escolha de um caminho muito diferente do de um cliente insatisfeito em busca de justiça. Em vez de buscar diálogo, conciliação ou até o caminho legal, preferiu apostar na exposição pública, na polêmica e no linchamento virtual, tentando transformar sua narrativa em palco para likes, seguidores e engajamento. Tudo isso, às custas do meu nome, do meu trabalho, da minha reputação e da minha saúde mental.
Se toda prestação de serviço fosse julgada apenas pela internet, sem provas e sem o devido processo, não faria sentido a existência de órgãos como Procon, SAC ou mesmo o Judiciário. Mas o que está cada vez mais claro, a partir dos fatos e das provas apresentadas, é que a intenção da Aline nunca foi resolver um conflito — mas sim criar uma oportunidade para crescer digitalmente. E, mesmo assim, o engajamento real não veio: ela própria admite que, apesar de todo o espetáculo, mal conseguiu converter seguidores a partir dessa polêmica.
Fica evidente, portanto, quem realmente buscou diálogo, solução e profissionalismo — e quem optou por manipular uma narrativa para benefício próprio. Meu compromisso sempre foi com a verdade, com o respeito às minhas clientes e com a transparência do meu trabalho. E, felizmente, tenho todas as provas para demonstrar isso.
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