ANALISE VIDEO ALINE E VITIMAS DA ESTILISTA
Nesse video vamos ver um relato de um video postado no perfil VITIMAS DA ESTILISTA, onde a Aline e citada no relato de uma suposta ex costureira minha.
Análise Vídeo 18 — Caso Aline Costura e o Relato Falso da “Funcionária”
Data da postagem: 21 de janeiro de 2025
Visualizações: 63 mil
Perfil envolvido: @vitimasdaestilista (repostado e marcado pela própria Aline)
1. Contextualização e Origem do Relato
- O vídeo analisado foi retirado da página Vítimas da Estilista e posteriormente divulgado pela própria Aline, que marca e endossa o conteúdo.
- Trata-se de um suposto relato de “ex-funcionária” do ateliê, mas, conforme comprovado em vídeo-resposta no seu canal do YouTube, não há qualquer prova de vínculo empregatício ou de prestação de serviço dessa pessoa com o ateliê.
- As informações utilizadas foram repassadas por pessoas de dentro, o que demonstra um movimento orquestrado para alimentar o perfil de difamação com relatos plantados e fabricados.
2. Conteúdo do Relato e Contradições
- O relato tenta induzir a audiência a acreditar em supostos maus-tratos, falta de resposta, prejuízo financeiro para clientes, e utilização de materiais “restantes” para execução de vestidos.
- Relata um episódio envolvendo uma formanda e um vestido azul (modelo 012), dizendo que o vestido foi feito com material “sobrando” no ateliê, diferente do contratado. Nenhuma comprovação foi apresentada.
- Tenta generalizar práticas inexistentes (como não reembolsar clientes) e disseminar a ideia de desrespeito e descaso, sempre sem apresentar provas ou documentos.
3. Aline e a Tentativa de Legitimar o Relato
- Aline utiliza o vídeo como argumento para validar sua própria narrativa de insatisfação. Ela diz que “já tinha avisado”, que previu o desfecho do próprio caso, e tenta reforçar que houve má-fé na confecção do vestido.
- Traz à tona um suposto depoimento de aluna do curso, quando na verdade, como documentado em seu vídeo-resposta, o vestido de Aline não foi confeccionado durante o curso e as próprias alunas desmentiram essa versão, admitindo posteriormente motivação de vingança e busca por hype.
- Não apresenta fotos, prints ou qualquer documento que comprove os supostos problemas com o vestido, alegando ter esquecido de registrar (“infelizmente fui trouxa e não filmei”). Isso é contraditório, já que, diante de tamanho incômodo, seria natural que alguém expusesse o problema, principalmente em um ambiente onde cada detalhe é exposto publicamente.
4. Falsas Alegações de Problemas Técnicos
- Reclama de bordado com linhas internas causando irritação, alegando dermatite atópica e sensibilidade por ser autista, mas nunca relatou desconforto na época da prova.
- O próprio argumento é contraditório: se o corset, que ela tanto cobrava, é muito mais rígido e gera fricção, como ela suportaria usá-lo se mal suportou o vestido simples?
- Alega vermelhidão e alergia, mas diz não ter fotos.
- Fato: O bordado do vestido está registrado em foto, sem linhas aparentes ou problema técnico, e pode ser exibido como prova.
- Outro fato: O diagnóstico de autismo só veio depois, e durante o processo não houve qualquer menção desse tipo de desconforto.
5. Discurso de Ódio, Capacitismo e Ameaça
- O vídeo termina com falas violentas, ofensivas e ameaçadoras:
- Deboche sobre eu talvez chegar a tentar de suicídio: minimiza e ridiculariza seu sofrimento e histórico de depressão.( na data desse video ainda nao havia acontecido minha tentativa de suicidio real)
- Capacitismo: questiona sua força, coragem, e condição de “ser mulher o suficiente”, típico discurso misógino e capacitista.
- Ameaça velada: diz que se te encontrasse hoje na rua “faria alguma coisa”, explicitando risco real à integridade física e psicológica.
- Incentivo à violência: exalta Patrícia Leles, reconhecida por stalking, e incita seguidores ao ódio, reforçando e legitimando o serviço de difamação do perfil “Vítimas da Estilista”.
Crimes Praticados no Vídeo
- Calúnia: Atribuição de condutas criminosas (apropriação de dinheiro, má-fé, uso de material inadequado) sem qualquer comprovação.
- Difamação: Descredibiliza publicamente seu trabalho, sua reputação como estilista e sua postura profissional, sem provas.
- Injúria: Ofensas diretas à honra e dignidade, com expressões pejorativas, misoginia e capacitismo.
- Ameaça: Discurso que coloca sua integridade em risco, gerando medo e insegurança.
- Capacitismo: Ataques relacionados à sua saúde mental, tentativa de suicídio, e questionamentos da sua capacidade como pessoa e profissional.
- Assédio moral coletivo: Incita seguidores a continuar perseguindo, curtindo e comentando outros relatos falsos, promovendo um linchamento virtual orquestrado.
7. Provas de Falsidade e Resposta
- Vídeo no seu canal do YouTube: Mostra ponto a ponto todas as provas de que o relato é falso, inclusive com testemunhos, prints, histórico de clientes e de alunas do curso.:meu video no youtube
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- Prints do bordado: Comprovação visual de que o vestido entregue estava perfeito
- Histórico de atendimento: Nenhuma reclamação formal de desconforto ou alergia durante a produção ou prova do vestido.
- Contradições cronológicas: O curso terminou antes da produção do vestido, inviabilizando a versão da “testemunha” do curso.
📑 Relatório Analítico – Comentários no vídeo de Aline Chaves
Em janeiro de 2025, a influenciadora Aline Chaves publicou um vídeo reagindo a um conteúdo do perfil Vítimas da Estilista. Nesse material, ela reforça acusações sem provas, enaltece sua própria narrativa e se coloca como “certa” diante de mentiras propagadas pelo perfil de ódio.
O resultado foi a criação de um ambiente de linchamento virtual em sua seção de comentários, onde seguidores se sentiram legitimados para atacar, ameaçar e difamar. Ao todo, foram mais de 160 comentários — a maioria em tom depreciativo, calunioso ou criminoso.
Este relatório analisa os principais trechos, classifica os crimes cometidos e demonstra a responsabilidade direta da Aline Chaves ao alimentar e validar esse ambiente.
1. Ameaças e Incitação à Violência

Diversos comentários incitam ou desejam agressões físicas contra a estilista:
- “Falta alguém pra dar uma surra nessa estilista golpista”
- “Se eu encontrar essa mulher puxo pelo cabelo”
- “Essa estilista só vai parar quando levar um bom dedo de alguém”
➡️ Crime configurado: Art. 147 do Código Penal (ameaça), além de incitação à violência.
Esses comentários representam risco real à integridade física da vítima. A omissão da criadora do vídeo (Aline) em moderar ou repudiar tais falas reforça sua coautoria.
2. Calúnia e Difamação

Os seguidores repetem acusações já disseminadas pelo perfil Vítimas da Estilista, amplificadas pelo tom do react:
- “Golpista”
- “Mulher da cola quente”
- “Trambiqueira, enganadora”
➡️ Crime configurado: Art. 138 (calúnia) e Art. 139 (difamação).
Aqui se percebe a transferência direta das falas do Vítimas para a boca do público, validada pelo vídeo de Aline. O react age como gatilho para essa repetição coletiva de mentiras.
3. Capacitismo e Humilhação
A deficiência da vítima é usada como alvo de escárnio
- “Se ela apanhar vai falar que é capacitismo”
- “Por isso até hoje não apanhou, sorte dela morar longe”
➡️ Crime configurado: Injúria qualificada por preconceito (Art. 140, §3º, CP).
Esses ataques mostram como o ódio se expande para além da vida profissional, atingindo a dignidade humana e a condição física da vítima.
4. Ataques à Reputação Profissional
Grande parte dos comentários se concentra em destruir sua credibilidade como estilista:
- “Mulher dos vestidos de cola quente”
- “Sempre achei os vestidos horrorosos”
- “Não entendo quem ainda compra com ela”
➡️ Consequência direta: indução de boicote, afastamento de clientes e danos financeiros.
➡️ Crimes: injúria e difamação, acrescidos de responsabilidade civil pelos prejuízos profissionais.
5. Deboche e Escárnio Pessoal
O vídeo também abriu espaço para humilhações sobre aparência e vida íntima:
- “Cabelo sujo”
- “Cara de pilantra”
➡️ Crime configurado: Injúria (Art. 140).
➡️ Efeito psicológico: reforço da perseguição estética e emocional, com escárnio coletivo.
6. Organização e Efeito de Manada
Nos comentários, o nome do Vítimas da Estilista é citado abertamente, reforçando que o vídeo de Aline é um react direto desse perfil. Além disso, há convocações explícitas para que outras “vítimas” apareçam e denunciem.
Exemplo:
- “Chama o Ben Mendes pra ela”
- “Várias denúncias no Reclame Aqui”
- “Cadê as outras que foram enganadas?”
➡️ Isso evidencia a conexão entre o vídeo de Aline, o perfil Vítimas e a plateia que age em conjunto para legitimar ataques, difamações e perseguições.
7. Responsabilidade da Aline Chaves
Embora os comentários tenham sido feitos por terceiros, a responsabilidade de Aline é clara:
- Criou o ambiente hostil ao reagir a um vídeo criminoso sem provas e endossar as acusações.
- Não moderou os comentários, permitindo ameaças, calúnias e falas capacitistas.
- Lucrou com o engajamento, transformando um conteúdo de ódio em audiência e visibilidade pessoal.
- Age como elo entre o perfil criminoso Vítimas e o público, amplificando a perseguição.
➡️ Responsabilidade civil e criminal:
- Coautoria nos crimes de difamação, calúnia e injúria.
- Responsabilidade objetiva pelos danos morais e materiais causados.
- Possibilidade de responsabilização judicial por incitação ao ódio e associação criminosa digital.
Conclusão
Os comentários analisados comprovam a existência de um ambiente de ódio, preconceito e perseguição alimentado diretamente pelo vídeo de Aline Chaves.
Trata-se de um espaço onde:
- Há ameaças diretas à integridade física da vítima.
- Calúnias e difamações são normalizadas.
- O capacitismo é utilizado como arma de humilhação.
- A reputação profissional da estilista é destruída em praça pública digital.
Aline, ao publicar esse react, se torna coautora e corresponsável por todo esse ambiente, pois não apenas permitiu, mas estimulou e lucrou com a violência direcionada.
Esse episódio se soma ao histórico do perfil Vítimas da Estilista, evidenciando que há uma rede organizada de difamação, e reforça a necessidade de responsabilização criminal e reparação civil para todos os envolvidos.
Conclusão
Esse vídeo é um exemplo clássico do modus operandi do perfil “Vítimas da Estilista” e de como relatos são plantados, editados e viralizados para alimentar um ciclo de ódio e difamação contra uma única pessoa. Todos os pontos podem ser facilmente desmentidos com provas concretas, já reunidas e anexadas ao dossiê jurídico.
Minha Resposta ao Relato Falso do Perfil “Vítimas da Estilista” — Caso Aline
Vou começar exatamente pela fala do vídeo do perfil “Vítimas da Estilista”, citando sobre a Aline:
“…012 pois é aquele vestido foi feito com aquele tecido porque era o que tinha ateliê sobrando ela falou claramente que não ia gastar com vestido porque era de aluguel aí ela mandou a gente fazer com que tinha lá por isso foi feito com outro tecido não tecido que a cliente tinha pedido.”
Minha resposta:
Gente, já prometi para vocês que vai ter um vídeo especial só sobre a Formanda Aline — afinal de contas, ela merece todo o crédito, porque foi quem começou tudo isso. Então, sim, vai ter vídeo especial só dela, não vou nem dar spoiler aqui sobre esse assunto.
Mas quando chegar o vídeo dela (e eu sei que ela tá esperando!), a gente vai fazer — até porque ela precisa, né? Tadinha, tenta crescer no TikTok de todas as formas: se vitimiza, fala que tem autismo, fala do marido tóxico, muda de casa… mas nada engaja tanto quanto falar de mim, né linda?
Você conseguiu uma vez, depois não conseguiu mais, mas segue tentando. Você tem seu público, as pessoas gostam de você — mas aí começa de novo:
“Nossa, porque a estilista diz que achava que aquela cor combinava mais com a formanda, ah, ela sempre fala isso, ela pega os tecidos que tem lá e fala pras clientes que é porque combina mais com elas, sempre a mesma história… coitada das noivas, mulher, é um caso de dó mesmo, será…”
Vamos aos fatos:
De acordo com o relato dessa suposta ex-funcionária — que dizia ser minha costureira — ela teria trabalhado no ateliê de outubro de 2023 até fevereiro de 2024.
Logo, seria impossível que essa pessoa tivesse participado da confecção do vestido da Aline, porque o vestido da Aline só começou a ser feito na primeira semana de março de 2024.
Ou seja, é justamente o contrário do que ela (e a Aline) afirmam, dizendo que o vestido foi feito dentro do meu curso. O meu curso terminou antes disso, e nenhuma aluna participou da confecção do vestido dessa formanda.
Faço questão de trazer essa fala aqui para mostrar como a Aline se juntou ao Clube do Ódio do “Vítimas da Estilista”. Existem vários vídeos sobre a Aline no perfil do Vitimas, e ela é citada constantemente — tudo isso para que ambas possam coligar seus conteúdos e alimentarem uma a audiência da outra.
Funciona assim: uma posta um conteúdo falando da outra, a outra reposta, e vão formando essa corrente de linchamento, plantando relatos falsos e criando uma rede de desinformação.
No meu canal do YouTube, vocês encontram a análise completa com todas as provas, prints, cronologia dos fatos e depoimentos reais. Aqui, a verdade sempre vem acompanhada de provas.
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