🧾TODOS OS PROCESSOS ENVOLVENDO JULIANA SANTOS E O ATELIÊ JULIANA SANTOS

 🧾 TODOS OS PROCESSOS ENVOLVENDO JULIANA SANTOS E O ATELIÊ JULIANA SANTOS



Este é um dos posts mais importantes já publicados aqui.

Ele foi criado para mostrar de forma transparente todos os processos reais que existem envolvendo meu nome e o Ateliê Juliana Santos — explicando do que se trata cada um, o que já foi arquivado, o que ainda está em andamento e quem está por trás das narrativas falsas que se espalharam pela internet.

Nos últimos anos, Patrícia Lélis e o grupo “Vítimas da Estilista” criaram uma rede de desinformação que tenta convencer o público de que eu seria uma “golpista”, uma “mentirosa” e alguém que “já prejudicou centenas de noivas”.

Eles alegam falsamente que eu teria mais de 90 processos ativos e dívidas superiores a R$ 500 mil, baseando-se em uma planilha feita pela própria Patrícia — sem qualquer comprovação, sem fonte oficial e sem checagem jurídica.

Este post vai desmontar essa narrativa com provas.

Aqui, nós vamos analisar caso a caso os processos reais, mostrar quantos já foram encerrados ou arquivados, e também quantos estão diretamente ligados às mesmas pessoas que hoje se dizem vítimas — entre elas ex-funcionárias, administradoras e colaboradoras do próprio “Vítimas da Estilista”.

A História do Ateliê

Meu ateliê nasceu em 2013, dentro do meu apartamento, sem investimento, sem equipe e com um único sonho: viver da minha arte.

Até 2015, quando comecei a aparecer na TV, tudo era extremamente difícil.

Eu era costureira e criadora — e de repente precisei aprender, sozinha, a ser também gestora de uma empresa: lidar com contratos, funcionários, pagamentos, prazos e clientes.

Tudo isso sem experiência administrativa e sem condições, na época, de contratar alguém apenas para cuidar da parte financeira e jurídica.

Eu sempre reinvesti tudo que ganhava na melhoria dos vestidos, nos materiais e na estrutura do ateliê, mas nunca investi em gestão, e isso foi um dos meus maiores erros.

Hoje, com maturidade e diagnóstico de TDAH, entendo que muitos dos desafios que enfrentei vinham também da falta de acompanhamento e de tratamento adequado — algo que eu só aceitei começar a cuidar anos depois, já adulta.

Mesmo assim, eu nunca deixei de trabalhar, nunca abandonei uma cliente e sempre busquei cumprir todos os contratos.

Prova disso é que, mesmo no ano mais difícil da minha vida — 2025 —, após todo o caos causado por essa perseguição, o ateliê vai encerrar o ano com 68 vestidos entregues.

Isso mostra que, ao compreender onde estavam meus erros e limitações, eu consegui reconstruir meu trabalho com mais responsabilidade e foco do que nunca.


A Verdade Sobre os Processos

Ter processos não é crime.

Qualquer empresa — grande ou pequena — pode ter ações trabalhistas ou civis, especialmente após períodos de crise, como a pandemia, que afetou todo o setor de eventos e casamentos.

O que não é normal é usar isso como ferramenta de difamação e destruição de reputação.

Entre os processos que existiram ou ainda existem, a maioria trata de cancelamentos contratuais e reembolsos — situações comuns em qualquer empresa de serviços personalizados.

E diferente do que afirmam, não existe nenhum processo criminal ativo contra mim.

O único inquérito criminal do qual participei foi em 2018, e ele já foi totalmente encerrado, com sentença clara:

“Não houve crime de estelionato nem de propaganda enganosa.”

O caso foi aberto com base apenas em depoimentos de ex-funcionárias que não apresentaram provas, e na época o delegado responsável fez declarações precipitadas à imprensa, sem investigar adequadamente os fatos.

Quando finalmente fui ouvida e apresentei as provas, o próprio Ministério Público reconheceu a inexistência de crime — e o processo foi arquivado.

Esse inquérito de 2018 está disponível publicamente no destaque “Inquérito de 2018” no meu Instagram pessoal, com a explicação completa e os documentos oficiais.

A partir daqui, você vai ver uma análise detalhada e transparente de todos os processos realmente existentes — com número, tribunal, valor da causa, tipo de ação e situação atual.

Vamos mostrar quais já foram encerrados, quais estão em andamento, e também evidenciar como esse assunto foi usado de forma criminosa para construir uma falsa narrativa de “golpista”.

Mais do que desmentir mentiras, este post é uma prova de transparência, resiliência e verdade.

Porque o que me define não são as acusações infundadas — é o trabalho que eu continuo entregando, todos os dias, com amor, mesmo depois de tudo.


“Quantos dos meus processos encerrados são de fato de ‘vítimas’?

Dos 40 e poucos processos encerrados que eu tenho em 12 anos de ateliê, apenas 19 têm ligação direta com o grupo criminoso que hoje se apresenta como “Vítimas da Estilista”.

Ou seja: não são 90, não são milhares e não são todas as minhas clientes.

São quase sempre as mesmas pessoas se revezando em: processo antigo → postagem → grupo de WhatsApp → drive da Patrícia.


📁 Processos Arquivados

Aqui estão listados todos os processos já encerrados ou arquivados, incluindo:

• Processos que foram movidos contra mim e foram julgados improcedentes ou arquivados;

• Processos que eu mesma movi e que já foram concluídos;

• E os casos em que as próprias autoras desistiram ou deixaram o processo parado, resultando em arquivamento.

Cada caso será identificado pelo número do processo, tribunal, tipo da ação, valor da causa e resultado final.

⚖️ Obs.: muitos desses processos foram utilizados por Patrícia e pelo “Vítimas da Estilista” como parte da narrativa de “centenas de vítimas”, mesmo já estando arquivados há anos — o que prova a manipulação intencional de informações para gerar descrédito.


🧵 I. PROCESSOS TRABALHISTAS ENCERRADOS

1. Alessandra Ferreira Dias x Juliana Pereira dos Santos

🔹 Tipo: Trabalhista — Multa do Artigo 477 da CLT

🔹 Tribunal: TRT18 – Goiânia, GO

🔹 Situação: Encerrado

Assistente de costura entre 2015 e 2016. O processo foi quitado e arquivado. Alessandra é uma das costureiras que prestou depoimento falso em 2018, sem convocação, em conluio com Eliane, o que originou o inquérito de propaganda enganosa.

2. Eliane Oliveira da Silva Alves x Juliana Pereira dos Santos

🔹 Tipo: Trabalhista — Multa do Artigo 477 da CLT

🔹 Tribunal: TRT18 – Goiânia, GO

🔹 Situação: Encerrado

Processo totalmente pago. Eliane também integra o grupo “Vítimas da Estilista”, divulgando áudios e mentiras mesmo após o encerramento do processo.

3. Débora Fernanda Bento da Silva x Ateliê JS LTDA

🔹 Tipo: Trabalhista — Atos executórios

🔹 Tribunal: TRT2 – São Paulo, SP

🔹 Situação: Encerrado

Assistente do ateliê entre 2021 e 2022. Processo quitado integralmente em 2023.

4. Nara Rúbia Alves de Oliveira x Juliana Pereira dos Santos

🔹 Tipo: Trabalhista — Aviso Prévio / Verbas Rescisórias

🔹 Tribunal: TRT18 – Goiânia, GO

🔹 Situação: Encerrado

Babá da filha Pérola em 2017. Acordo judicial feito e pago à vista.

5. K.A.S. x J.P.S. (Kelly)

🔹 Tipo: Trabalhista — Abono / Direito do Trabalho

🔹 Tribunal: TRT18 – Goiânia, GO

🔹 Situação: Encerrado

Costureira entre 2014 e 2015. Não compareceu à audiência, processo encerrado à revelia da autora.

6. Dayane Ribeiro Pessoa de Lima x Juliana Pereira dos Santos

🔹 Tipo: Trabalhista — Intimação / Direito Processual Trabalhista

🔹 Tribunal: TRT18 – Goiânia, GO

🔹 Situação: Encerrado (acordo parcial pago)

Trabalhou na limpeza do ateliê (2023–2024). Acordo de R$ 20.000,00 firmado, parcialmente pago; negociação final em andamento para quitação até fevereiro de 2026.

7. Franciele de Oliveira Cardoso x Juliana Pereira dos Santos

🔹 Tipo: Trabalhista — Adicional de Hora Extra

🔹 Tribunal: TRT18 – Goiânia, GO

🔹 Situação: Encerrado

Funcionária de limpeza envolvida no período de sabotagem de 2016. Processo pago e arquivado.

8. Jennifer Karolina Machado Gonçalves x Ateliê JS LTDA

🔹 Tipo: Trabalhista — Termo de Rescisão Contratual

🔹 Tribunal: TRT18 – Goiânia, GO

🔹 Situação: Arquivado por ausência da reclamante

Jennifer trabalhou um mês e meio e teve todos os pagamentos e encargos quitados. Hoje, é identificada como coordenadora do perfil “Vítimas da Estilista” e investigada no inquérito criminal por perseguição e difamação.

9. Dozeli Batista Gonçalves x Ateliê JS LTDA

🔹 Tipo: Trabalhista – Dispensa Imotivada

🔹 Tribunal: TRT18 – Goiânia, GO

🔹 Situação: Encerrado com resolução de mérito (prescrição intercorrente)

Roseli, mãe de Jennifer, também vinculada ao grupo “Vítimas”. Processo arquivado em abril de 2025, sem débitos pendentes.


⚖️ II. PROCESSOS CRIMINAIS ENCERRADOS

1. Juliana Pereira dos Santos x Fernanda Urbanek Nunes Mota

🔹 Tipo: Criminal — Denunciação Caluniosa (Art. 339, CP)

🔹 Tribunal: TJGO – Goiânia

🔹 Situação: Encerrado por desistência da autora

Processo iniciado após calúnia de 2014, originada de matéria de 2018. Será reaberto no novo inquérito por danos continuados.

2. Juliana Pereira dos Santos x Luzia Aparecida de Urzeda (Jane)

🔹 Tipo: Criminal — Denunciação Caluniosa

🔹 Tribunal: TJGO – Goiânia / Varjão

🔹 Situação: Encerrado (duplicado)

Antiga costureira, integrante do grupo “Vítimas”. Participou do inquérito de 2018 e enviou áudios difamatórios recentes à Patrícia.

3. Juliana Pereira dos Santos x Alessandra Ferreira Dias

🔹 Tipo: Criminal — Denunciação Caluniosa

🔹 Tribunal: TJGO – Goiânia

🔹 Situação: Encerrado por desistência

Ação movida após depoimentos falsos em 2018.

4. Juliana Pereira dos Santos x Eliane Oliveira da Silva

🔹 Tipo: Criminal — Denunciação Caluniosa

🔹 Tribunal: TJGO – Goiânia

🔹 Situação: Encerrado por abandono processual

5. Juliana Pereira dos Santos x Sandra Maria Teixeira da Silva

🔹 Tipo: Criminal — Denunciação Caluniosa

🔹 Tribunal: TJGO – Goiânia

🔹 Situação: Encerrado

Sandra é apontada como criadora da reportagem de 2018 e atual administradora do grupo “Vítimas da Estilista”.

6. Juliana Pereira dos Santos x Ravena Estevão Mendonça

🔹 Tipo: Criminal — Denunciação Caluniosa

🔹 Tribunal: TJGO – Goiânia

🔹 Situação: Encerrado

Também integra o grupo “Vítimas” e participou do inquérito de 2018 com declarações falsas.


📂 III. PROCESSOS CÍVEIS ENCERRADOS

Aqui entram todos os casos de consumo, cancelamento de contrato, cobranças antigas, ações pessoais (colégio, faculdade, aluguel) e também os processos que surgiram por causa das matérias de 2018.

Quase todos esses casos foram usados pela Patrícia e pelo perfil “Vítimas da Estilista” para inflar a lista e fazer parecer que eram “dívidas ativas” ou “golpes”. Na prática, a maioria:

• já foi paga,

• foi extinta sem julgamento do mérito,

• ou era questão pessoal (nada a ver com noiva).


🟣 A. Cancelamentos de noiva / direito do consumidor

3. Nicole de Oliveira Bueno x Juliana Pereira dos Santos – ME

🔹 Tipo: Cível — Indenização por Dano Moral

🔹 Tribunal: TJSP – Rio Claro, SP

🔹 Situação: Encerrado

Noiva da pandemia que quis transformar cancelamento em dano moral. O juiz não reconheceu dano moral e determinou só devolução da parte contratual (50% corrigido). Pago.

4. C.M.F. x A.J.L. (noivo de cliente : Ciro)

🔹 Tipo: Direito do Consumidor

🔹 Tribunal: TJGO – Goiânia

🔹 Situação: Encerrado

Caso emblemático de cancelamento de bazar (R$ 1.500,00 pagos para segurar tecido promocional). O juiz reconheceu que já havia serviço/material e mandou devolver só R$ 500,00. Foi o caso que ajudou a fixar que, em cancelamento, não se devolve 100% quando já houve gasto com tecido.

5. Viviane Marques Ramires x Ateliê JS LTDA

🔹 Tipo: Direito do Consumidor — Rescisão de contrato

🔹 Tribunal: TJRJ – RJ

🔹 Situação: Encerrado




Cancelou perto da data de medidas, em 2023, num momento de crise do ateliê. Além do processo, aderiu ao grupo “Vítimas”, gravou depoimento calunioso no perfil de Patricia, posterior no vitimas e passou a enviar mensagens caluniosas sobre mim para minhas seguidoras no Instagram. Está listada no inquérito de 2025.

6. Maria Luanny Tayllon de Sousa Lima x Juliana Pereira dos Santos

🔹 Tipo: Cível — Obrigações

🔹 Tribunal: TJDFT – Sobradinho, DF

🔹 Situação: Encerrado

Cancelamento em plena pandemia. Ela quis receber antes do prazo legal, não esperou compensação e correu para a imprensa (matéria do Metrópoles). Valor (cerca de R$ 3.500,00) foi pago. Mesmo paga, ela entra para o grupo “Vítimas” depois e continua atacando.

participa ativamente do grupo do vitimas, inclusive no grupo do whats.

7. Isis Aguiar de Souza Leal x Juliana Pereira dos Santos

🔹 Tipo: Cível — Direito do Consumidor

🔹 Tribunal: TJGO – Goiânia

🔹 Situação: Encerrado

Cancelamento antigo (2016) em que ela ganhou por revelia porque você não foi citada. Mesmo assim, ao invés de aguardar a forma de pagamento, passou a perseguir, ameaçar e hoje é uma das mais ativas no “Vítimas”. Está no inquérito de 2025.

8. Letícia Marques Pereira x Juliana Pereira dos Santos (GO)

🔹 Tipo: Cível — Direito Processual Civil

🔹 Tribunal: TJGO – Goiânia

🔹 Situação: Encerrado

Cancelamento na pandemia. Pago.

9. Ravena Estevão Mendonça x Juliana Pereira dos Santos

🔹 Tipo: Cível — Direito Civil

🔹 Tribunal: TJGO – Goiânia

🔹 Situação: Encerrado

Cancelamento de R$ 900,00, notificação em endereço errado para ganhar por revelia. Depois disso passou a integrar o grupo de 2018 e, mais tarde, o “Vítimas”. Caso hoje é prova de uso do Judiciário + linchamento.

10. Gabriela Ezsias da Silva x Juliana Pereira dos Santos

🔹 Tipo: Cível — Indenização / Rescisão contratual

🔹 Tribunal: TJSP – São José dos Campos

🔹 Situação: Encerrado

Cancelamento na pandemia. Parte já foi paga, parte entrou em penhora. Mesmo assim, a autora passou a fazer comentários inflamados e aderiu ao “Vítimas”.

11. Juliana de Jesus Cunha Chiose x Ateliê Juliana Santos Couture

🔹 Tipo: Cível — Rescisão Contratual e Devolução

🔹 Tribunal: TJSP – Central

🔹 Situação: Encerrado

Cancelamento padrão de vestido de noiva.

12. Maria Angélica Geraldini Meireles x Juliana Pereira dos Santos

🔹 Tipo: Cível — Direito Civil

🔹 Tribunal: TJGO – Goiânia

🔹 Situação: Encerrado

Cancelamento da pandemia, pago em 2023. Sentença mandou devolver R$ 4.760,00 com correção — já cumprido.

13. Kariny da Silva Rodrigues x Ateliê JS LTDA

🔹 Tipo: Cível — Obrigações

🔹 Tribunal: TJGO – Goiânia

🔹 Situação: Encerrado

Cancelamento de 2017. Consta na sua lista de devoluções a pagar junto com as demais de 2024–2025.

14. Ana Gabriela Craveiro Aleixo x Ateliê Juliana Santos Couture

🔹 Tipo: Cível — Responsabilidade do Fornecedor

🔹 Tribunal: TJSP – Vila Prudente

🔹 Situação: Encerrado

Um dos casos mais graves porque o marido dela repassa documento em segredo de justiça (atestado da sua tentativa de suicídio) para a Patrícia. Além disso, há prova de que ela já tinha alugado outro vestido antes de criar a narrativa de erro. É caso clássico de “processo + conteúdo no Vítimas”.

15. Tamyres da Cruz Silva x Ateliê JS LTDA

🔹 Tipo: Direito Civil — Obrigações

🔹 Tribunal: TJRJ – Campo Grande

🔹 Situação: Encerrado

Cancelamento pandemia. Pago.

16. Jhessyka Boasquives Malta x Ateliê JS LTDA

🔹 Tipo: Direito do Consumidor — Dano material

🔹 Tribunal: TJES – Baixo Guandu

🔹 Situação: Encerrado

Cancelamento. Pago.

17. Luana Gomes Marcilio x Ateliê JS LTDA

🔹 Tipo: Direito Civil — Obrigações

🔹 Tribunal: TJGO – Goiânia

🔹 Situação: Encerrado por abandono da autora

Noiva não compareceu, processo extinto sem julgamento. Mesmo assim, o nome dela foi colocado na planilha da Patrícia para inflar o número.

18. Aline Carvalho Costa x Ateliê JS LTDA

🔹 Tipo: Direito do Consumidor

🔹 Tribunal: TJGO – Jataí

🔹 Situação: Encerrado

Cancelamento pandemia. Totalmente pago.

19. Arielle Pereira da Costa Silva x Ateliê JS LTDA

🔹 Tipo: Direito do Consumidor — Responsabilidade Civil

🔹 Tribunal: TJGO – Goiânia

🔹 Situação: Arquivado por incompetência territorial

Pediu devolução porque o casamento foi cancelado. Não houve condenação contra você. Mesmo assim, está na sua lista de devoluções morais para 2025/26.

20. Letícia Marques Pereira x Ateliê JS LTDA (RJ)

🔹 Tipo: Cível – Direito do Consumidor

🔹 Tribunal: TJRJ – Leopoldina

🔹 Situação: Arquivado definitivamente (11/03/2025)

Autora não informou endereço correto. Extinto sem mérito. Patrícia colocou como “processo que ela foge”.

🟡 B. Casos cíveis pessoais (não têm nada a ver com noiva)

9. Colégio Interativa LTDA x Juliana Pereira dos Santos

🔹 Tipo: Cível — Obrigações

🔹 Tribunal: TJGO – Senador Canedo

🔹 Situação: Encerrado

Dívida pessoal de escola dos filhos. Patrícia coloca como se fosse “noiva enganada”.

10. Associação Salgado de Oliveira (ASOEC) x Juliana Pereira dos Santos

🔹 Tipo: Cível — Consumidor

🔹 Tribunal: TJGO – Goiânia

🔹 Situação: Encerrado

Mensalidades de faculdade de 2008, pagas anos depois. Nada a ver com ateliê.

11. Gerson Fernandes Campos x Juliana Pereira dos Santos

🔹 Tipo: Cível — Responsabilidade Civil

🔹 Tribunal: TJGO – Goiânia

🔹 Situação: Encerrado

Ex-locador que tentou jogar reforma de R$ 80 mil para cima de você seis meses depois de você sair. Você ganhou. Mesmo assim, está na lista da Patrícia.

12. Ronan Batista Camargo x Juliana Pereira dos Santos

🔹 Tipo: Cível — Processual Civil

🔹 Tribunal: TJGO – Goiânia

🔹 Situação: Encerrado

Cobrança de condomínio antigo. Extinto. Patrícia usa para inflar.

13. Márcio Georges Jarrouge x Diego de Macedo Techera e Juliana Pereira dos Santos

🔹 Tipo: Cível — Sentença arbitral

🔹 Tribunal: TJSP – Central

🔹 Situação: Encerrado (matéria foi para outra ação, com QuintoAndar)

Também usado para inflar.

🔵 C. Mídia / plataformas / internet

11. Metrópoles Mídia e Comunicação LTDA x Juliana Pereira dos Santos

🔹 Tipo: Cível — Processual Civil / Consumidor

🔹 Tribunal: TJDFT – Brasília

🔹 Situação: Encerrado

Você processou por matéria difamatória e perdeu, teve custo. Serve para mostrar que processar imprensa é caro e nem por isso você “foge de processo”.

12. Juliana Pereira dos Santos x Bytedance Brasil Tecnologia LTDA – TikTok

🔹 Tipo: Cível — Obrigações

🔹 Tribunal: TJSP – Central

🔹 Situação: Encerrado

Ação para remoção de conteúdos. Mostra que você também move processos.

13. Juliana Pereira dos Santos x Bytedance Brasil Tecnologia LTDA

🔹 Tipo: Direito Civil — Responsabilidade Civil

🔹 Tribunal: TJSP – São Paulo

🔹 Situação: Em pausa / não encerrado

Esse é o que você explicou: está parado porque a Patrícia não consegue ser citada. Então não entra na conta de “processo encerrado”.

14. Patrícia de Oliveira Souza Lélis Bolin x Bytedance Brasil Tecnologia LTDA (e contra você)

🔹 Tipo: Liminar / Direito Civil

🔹 Tribunal: TJSP – Tatuapé

🔹 Situação: Encerrado por inércia dela

Ela mesma abandonou o que usou para se vitimar. Mesmo assim, colocou na pasta para dizer que “te processou”.

15. Juliana Pereira dos Santos x Maria Luanny Tayllon de Sousa Lima

🔹 Tipo: Cível — Responsabilidade Civil

🔹 Tribunal: TJDFT – Brasília

🔹 Situação: Encerrado

Você processa a noiva depois das postagens e ganha. Prova de que nem toda “vítima” é vítima — algumas são autoras de difamação.


“CASOS QUE INTEGRARAM O PERFIL ‘VÍTIMAS DA ESTILISTA’ OU COLABORARAM COM PATRÍCIA”

Dentro da lista de processos encerrados acima, há um grupo de pessoas que não parou no processo: elas levaram o caso para a internet, entraram no grupo de WhatsApp, mandaram áudios, cederam documentos sigilosos ou foram usadas pela Patrícia Lélis como “provas”.

Esses nomes são importantes porque mostram o método: primeiro abrem processo (muitas vezes mal instruído), depois usam o processo para legitimar o linchamento.

Participam direta ou indiretamente do “Vítimas” / Patrícia / grupo de 2018:

• Alessandra Ferreira Dias (trabalhista + depoimento falso em 2018)

• Eliane Oliveira da Silva Alves (trabalhista + depoimento falso em 2018)

• Luzia Aparecida de Urzeda / Jane (costureira que roubou o nome do ateliê e hoje está no grupo do WhatsApp e tem vídeo postado por Patrícia e pelo vítimas)

• Sandra Maria Teixeira da Silva (uma das cabeças do inquérito de 2018) foi identificada no grupo do WhatsApp 

• Ravena Estevão Mendonça. Inquérito de 2018 

• Viviane Marques Ramires (RJ)- cancelamento de 2023 , tem processo e ainda assim participa ativamente do vítimas.

• Maria Luanny Tayllon de Sousa Lima- cancelamento da pandemia já pago e ainda assim ela me persegue até hoje participou do vítimas.

• Isis Aguiar de Souza Leal - me persegue desde de 2018 e participa do vítimas.

• Ana Gabriela Craveiro Aleixo (SP – caso do atestado médico) cancelamento 

• Gabriela Ezsias da Silva noiva cancelou 

• Jennifer Karolina Machado Gonçalves (hoje identificada como coordenadora do perfil)

• Dozeli  (mãe da Jennifer, usada na lista da Patrícia)

• Patrícia de Oliveira Souza Lélis Bolin (óbvio)

• Fernanda Urbanek Nunes Mota (apareceu na reportagem e no inquérito)

• Alessandra Ferreira Dias (também como ré no criminal que você moveu) inquérito de 2018

• Eliane (no criminal)

• Sandra (no criminal)

• Maria Luanny (você processa depois)

• Juliana x Bytedance (porque nasce da perseguição da Patrícia)

👉 Contando só os que você descreveu claramente como integrantes, colaboradoras, administradoras ou fontes do “Vítimas”, temos 19 processos encerrados que estão contaminados pelo grupo de perseguição.

⚖️ CONCLUSÃO FINAL — NÃO EXISTE NENHUM CRIME AQUI

Em absolutamente nenhum dos processos que envolvem meu nome ou o CNPJ do meu ateliê existe qualquer tipo de crime.

E é isso que precisa ser dito com todas as letras:

cancelamento de contrato não é crime.

Uma empresa passar por dificuldade financeira, burocrática ou emocional e demorar para ressarcir clientes não configura estelionato.

O crime de estelionato só existe quando há intenção de enganar, de obter vantagem indevida.

E em todos os meus contratos, desde o primeiro até o último, nunca existiu má-fé, nunca existiu dolo, nunca existiu golpe.

O que houve, e está documentado aqui, foram cancelamentos comerciais, inadimplências pontuais e situações de crise, vividas por praticamente todas as empresas do país — agravadas, no meu caso, por uma perseguição pública e uma destruição emocional que me afastou temporariamente da minha própria vida e trabalho.

Mesmo os casos de 2018, que originaram o inquérito e as matérias difamatórias, nunca trataram de estelionato.

Na época, a própria Justiça concluiu que não houve crime, e que as acusações eram baseadas apenas em depoimentos sem provas, sem notas fiscais, sem evidência de má-fé.

E tudo o que veio depois disso — especialmente os processos de 2020 a 2024 — foram reflexos diretos da pandemia e da crise financeira e emocional que ela causou.


📉 O CONTEXTO REAL POR TRÁS DOS PROCESSOS: a pandemia e a queda nos eventos.

Entre abril de 2020 e junho de 2022, durante a pandemia, eu tive um total de 92 cancelamentos de contrato.

Desses 92 contratos:

• 75 eram valores acima de R$ 2.000,00, e o restante eram valores menores;

• todos foram firmados em um período em que os eventos estavam proibidos, e toda a cadeia de fornecedores estava parada.

Mesmo assim, entre agosto de 2022 e janeiro de 2023, quando a economia voltou e os casamentos recomeçaram, eu consegui quitar mais de 80% desses cancelamentos — graças ao aumento de contratos pós-pandemia, ao sucesso do ateliê nas redes sociais e ao volume de novos trabalhos que eu consegui trazer para São Paulo.

Em 2023, quando parecia que a vida estava retomando o rumo, veio a fase mais difícil da minha vida:

• o fim do meu casamento, em março;

• a partida dos meus filhos para Goiânia, para que eu pudesse quitar as dívidas e tentar reerguer o ateliê;

• a saída da investidora, Amanda, que me trouxe a São Paulo e abandonou o projeto logo no início;

• e um burnout profundo, que me fez literalmente entrar em colapso físico e emocional entre maio e outubro de 2023.

Foram meses de exaustão, crises de ansiedade, emagrecimento, dificuldade de lidar com a equipe e com a solidão — e ainda assim eu seguia tentando manter o ateliê vivo.

Mas isso não é crime.

Isso é falência emocional e financeira, algo que acontece com milhares de pequenos empreendedores no Brasil todos os dias.

Empresas erram.

Empresas atrasam pagamentos, enfrentam crises, mudam de endereço, encerram atividades.

Mas isso não transforma um desacordo comercial em estelionato.

Se fosse assim, o Brasil inteiro estaria preso.

E se formos comparar com outras empresas do setor — com 10, 15 ou 20 anos de mercado — o número de processos do Ateliê Juliana Santos é, inclusive, baixo:

menos de dois processos por ano em média, em mais de uma década de existência.

O que foi feito contra mim, e que agora está documentado neste relatório, foi um uso criminoso da desinformação jurídica:

pegar processos civis e trabalhistas (que são normais em qualquer empresa),

jogar na internet com palavras como “golpe”, “estelionato”, “fraude”,

e transformar questões comerciais em uma narrativa de crime.


💣 O OBJETIVO REAL DO “VÍTIMAS DA ESTILISTA”

O objetivo desse grupo nunca foi justiça.

Foi humilhação pública.

Foi construir um espetáculo de destruição, baseado em meias verdades e mentiras completas.

E as pessoas que se apresentam como “vítimas” são, em muitos casos, as mesmas que continuam a me perseguir, mesmo depois de receberem seus pagamentos, seus vestidos ou seus acordos.

Usam a internet para me atacar, para ganhar visibilidade, para alimentar o ódio coletivo — e muitas vezes com a orientação direta de Patrícia Lélis, que transformou a minha dor em conteúdo.

Nenhum desses processos prova golpe.

Nenhum desses processos prova crime.

Nenhum desses processos mostra intenção de enganar.


⚖️ PROCESSOS EM ABERTO — 2023 / 2024 / 2025

Os processos listados a seguir representam ações que ainda estão em tramitação, e a maioria delas foi ajuizada entre o final de 2023 e o ano de 2024, período em que o ateliê enfrentava sua pior fase financeira e emocional desde a pandemia.

Durante 2023, atelie ainda se mantinha ativa, com inúmeros contratos fechados em campanhas de final de 2022 — principalmente após o grande crescimento nas redes sociais e o sucesso do vestido da Camila Pudim, que trouxe uma visibilidade nacional.

Porém, com o início de 2024, e o surgimento das polêmicas públicas e ataques coordenados de influenciadoras e do grupo “Vítimas da Estilista”, o cenário mudou completamente: a imagem da empresa foi arrastada para um linchamento coletivo, e dezenas de clientes foram influenciadas a cancelar contratos já em andamento.

Esses cancelamentos, somados à queda drástica de novas vendas, comprometeram o caixa e inviabilizaram pagamentos imediatos — gerando parte dos processos abaixo.

Ainda assim, todos estão em acompanhamento jurídico, e muitos já em fase de acordo, negociação ou espera de audiência.

🩶 Importante: Nenhum desses casos envolve crime.

Todos são ações cíveis e trabalhistas, decorrentes de cancelamento de contrato ou desacordos administrativos.

Não há nenhum processo criminal ou de estelionato em andamento contra mim ou contra o ateliê.

É muito importante registrar aqui que esses processos em andamento não nasceram de golpe, nem de má-fé, nem de estelionato. Eles nasceram de três fatores combinados:

1. Fila antiga da pandemia (2020–2022) que ainda estava sendo paga;

2. Queda brusca de contratos a partir de maio de 2023, porque você estava segurando a estrutura para entregar o que já tinha vendido;

3. Linchamento virtual em 2024, que fez muita noiva entrar na onda e cancelar, mesmo já tendo vestido em produção.

Ou seja: não é uma empresa que pegou dinheiro e sumiu. É uma empresa que entrou em crise, continuou atendendo, mas teve o caixa estrangulado por difamação e queda de vendas.

Abaixo, o bloco completo dos 24 processos que estão em andamento hoje, já separados por natureza.


🧵 1. TRABALHISTAS EM ANDAMENTO

1. Luiza Verghetti Cecchino x Ateliê JS LTDA

🔸 Tipo: Trabalhista — Reconhecimento de vínculo

🔸 Tribunal: TRT15 – Campinas, SP

🔸 Situação: Em andamento (acordo feito, falta 1 parcela)

👉 Vai entrar no plano geral de quitação de dívidas.

2. Dayane Ribeiro Pessoa de Lima x Juliana Pereira dos Santos

🔸 Tipo: Trabalhista — CTPS / contrato individual

🔸 Tribunal: TRT2 – São Paulo, SP

🔸 Situação: Em andamento

Funcionária de 2024. Acordo foi iniciado, mas não foi mantido por causa da queda de 2025. Já está no planejamento para pagamento até fevereiro.

3. Hugo Julio Colquehuanca Colquehuanca x Juliana Pereira dos Santos

🔸 Tipo: Trabalhista — Horas extras

🔸 Tribunal: TRT2 – São Paulo, SP

🔸 Situação: Em andamento

Acordo feito em 2024, falta só 1 parcela. Vai ser quitado.

4. A. G. S. x J. P. S. (Alice Gomes da Silva)

🔸 Tipo: Trabalhista

🔸 Tribunal: TRT2 – São Paulo, SP

🔸 Situação: Em andamento / execução suspensa por frustração (fev/2025)

Ex-funcionária que trabalhou 1 mês e meio, não foi efetivada e levou o caso direto para a Patrícia/vítimas. Processo está parado porque não acharam bens para penhora, será acionada no inquerito e processo civil por calunia e concorrência desleal feita a partir de postagem no perfil vitimas em outubro de 2024.

5. Mary Liliana Cornejo Cornejo x Ateliê JS LTDA

🔸 Tipo: Trabalhista — Comissões e percentuais

🔸 Tribunal: TRT18 – Goiânia, GO

🔸 Situação: Em andamento

Funcionária de Goiânia que ficou sem receber porque a sócia paulista saiu do negócio em 2023. Vai ser paga no bloco de ex-funcionárias até fevereiro.

👉 Total de trabalhistas em andamento: 5

👰‍♀️ 2. CÍVEIS / CONSUMIDOR / CLIENTES EM ANDAMENTO

1. Centro Educacional Interativa LTDA x Juliana Pereira dos Santos

🔸 Tipo: Cível — Obrigações

🔸 Tribunal: TJGO – Senador Canedo, GO

🔸 Situação: Em andamento

Dívida pessoal (escola dos filhos). Vai ser paga por último, depois das noivas e funcionárias.

2. Gabriela Ezsias da Silva x Juliana Pereira dos Santos

🔸 Tipo: Cível — Indenização / rescisão

🔸 Tribunal: TJSP – São José dos Campos, SP

🔸 Situação: Em andamento / parte em penhora

Vai ser negociado. Depois disso, será proposta ação contra ela pelas falas caluniosas no Instagram.

3. Ana Luiza Borges Brum x Juliana Pereira dos Santos

🔸 Tipo: Consumidor — Rescisão contratual

🔸 Tribunal: TJDFT – Samambaia, DF

🔸 Situação: Em andamento

Cancelamento de 2024 a ser pago.

4. Lara Maria Gonçalves Farias x Ateliê JS LTDA

🔸 Tipo: Cível — Cláusulas abusivas

🔸 Tribunal: TJBA – Ipiaú, BA

🔸 Situação: Em andamento

Cancelamento de 2024.

5. Tássia Hallais Veríssimo x Ateliê JS LTDA

🔸 Tipo: Consumidor — Prática comercial

🔸 Tribunal: TJRJ – Capital (Copacabana)

🔸 Situação: Em andamento (fase de execução)

Audiência foi marcada presencial no RJ, o que inviabilizou o comparecimento.

Ja na planilha de pagamento.

 Ela também aparece no “Vítimas”. Vai ter ação autônoma contra ela.

6. Letícia Dinis Baptista x Ateliê Juliana Santos Couture

🔸 Tipo: Cível — Dano moral / rescisão

🔸 Tribunal: TJSP – Central, SP

🔸 Situação: Em andamento

Nossa contestação já está no processo mostrando que ela participou da página “Vítimas” e que não foi enganada — quem cancelou foi ela., e ainda gerou denuncia caluniosa no perfil vitimas.

7. Sara Ketren Gonçalves Martins x Juliana Pereira dos Santos

🔸 Tipo: Cível — Consumidor

🔸 Tribunal: TJDFT – Águas Claras, DF

🔸 Situação: Em andamento (cumprimento de sentença + desconsideração)

Cancelamento da pandemia, último antes da crise de 2024, quem cancelou foi ela., e ainda gerou denuncia caluniosa no perfil vitimas.

8. Angélica dos Santos Carvalho x Juliana Pereira dos Santos

🔸 Tipo: Cível — Dano material e rescisão

🔸 Tribunal: TJRJ – Barra da Tijuca, RJ

🔸 Situação: Em andamento

Cancelamento na pandemia, aguardando pagamento.

9. Djane Victoria Pessoa Ferreira x Juliana Pereira dos Santos

🔸 Tipo: Consumidor

🔸 Tribunal: TJDFT – Águas Claras, DF

🔸 Situação: Em andamento (pós-sentença)

Cancelamento de dezembro de 2024, noiva terminou o noivado. Juiz reconheceu só o CNPJ e fixou reembolso parcial de R$ 4.239,00. Sem dano moral.

10. Grpqa LTDA (Quinto Andar) x Diego de Macedo Techera e Juliana Pereira dos Santos

🔸 Tipo: Cível — Cobrança de aluguel

🔸 Tribunal: TJSP – Tatuapé, SP

🔸 Situação: Em andamento

Dívida pessoal decorrente de 2024, quando os ataques te deixaram sem caixa.

utilizado por patrícia e pelo vitimas para ataques pessoais e calunia.

11. I. J. S. B. Caracanhas x Ateliê JS LTDA

🔸 Tipo: Cível — Obrigações comerciais

🔸 Tribunal: TJGO – Goiânia, GO

🔸 Situação: Em andamento

Relação comercial de ateliê para ateliê (cursos 2018–2021). Não tem nada a ver com noivas.

12. Andréia Viviane de Souza Leal x Ateliê JS LTDA

🔸 Tipo: Consumidor — Práticas abusivas

🔸 Tribunal: TJTO – Gurupi, TO

🔸 Situação: Em andamento (execução)

Juiz só autorizou negativação, negou medidas abusivas. Caso estritamente contratual.

13. Layanne Ramos Brito Santana x Ateliê JS LTDA

🔸 Tipo: Consumidor — Responsabilidade do fornecedor

🔸 Tribunal: TJRJ – Ilha do Governador, RJ

🔸 Situação: Em andamento

Um dos últimos cancelamentos antes da crise de 2024. Não tem ligação direta com difamação, é só contratual.

14. Processo nº 0801613-14.2022.8.19.0077 — Tainá da Silva Lopes x Juliana Pereira dos Santos

🔸 Tribunal: TJRJ – Seropédica, RJ

🔸 Situação: Em andamento (pendente de citação)

Está na lista da Patrícia, mas ainda nem tinha citação.

tem três processos de clientes de cancelamento de 2024, que esta em segredo de justiça pedido por elas, principalmente por verem que Patrícia e o vitimas postavam os processos e não queriam ser envolvidas nesse crime, por isso sera respeitado o sigilo e so entrara na contagem.

👉 Total de cíveis / consumidor / pessoais em andamento: 17


🚔 3. CRIMINAIS / LIGADOS À PATRÍCIA EM ANDAMENTO

1. Processo nº 071XXXX-17.2025.8.07.0009

🔸 Tipo: Criminal — Art. 287 (apologia)

🔸 Tribunal: TJDFT – Samambaia, DF

🔸 Situação: Em andamento

Inquérito criminal que provavelmente foi movido por Jhenifer ou pela própria Patrícia. Ainda não identificado.

2. Justiça Pública x Juliana Pereira dos Santos

🔸 Tipo: Criminal — Injúria

🔸 Tribunal: TJSP – Central, SP

🔸 Situação: Em andamento

Queixa-crime de Patrícia contra você e o Fábio.

3. Justiça Pública x Fábio Henrique Batista Moraes e outro

🔸 Tipo: Cautelar inominada criminal — contravenções

🔸 Tribunal: TJSP – Barra Funda, SP

🔸 Situação: Em andamento

Também decorrente das denúncias caluniosas da Patrícia.

👉 Total de criminais em andamento: 3

(Perceba: nenhum deles é por estelionato, apropriação, fraude ou coisa parecida. Todos são de briga de internet/crime contra honra.)


🖥️ 4. PROCESSOS DE MÍDIA / PLATAFORMAS EM ANDAMENTO

1. Juliana Pereira dos Santos x Bytedance Brasil Tecnologia LTDA

🔸 Tipo: Cível — Indenização por dano moral

🔸 Tribunal: TJSP – Tatuapé, SP

🔸 Situação: Em andamento

Aguardando citação da Patrícia. É você que está processando.

2. Patrícia de Oliveira Souza Lélis Bolin x Bytedance Brasil Tecnologia LTDA (e contra você)

🔸 Tipo: Liminar

🔸 Tribunal: TJSP – Tatuapé, SP

🔸 Situação: Em andamento para ser arquivado por inércia dela

Ela abriu para te calar, mas não tocou o processo.

👉 Total de mídia/plataforma em andamento: 2

📊 FECHAMENTO DOS NÚMEROS

• ✅ Processos encerrados: 46

• 🟡 Processos em andamento: 27

• 📁 Total geral consolidado: 73

E aí vem o ponto que desmonta a Patrícia:

Se existem 73 processos no total em 12 anos de ateliê, e 46 deles já estão encerrados, como ela sustenta publicamente que eu “tenho mais de 90 processos ativos”, “milhares de vítimas” e que “todas as clientes me processaram”?

Simples: ela soma processo pessoal, processo antigo já pago, processo duplicado, processo que nem existe mais, número errado de tribunal e, além disso, ela trata cada comentário de TikTok como se fosse ação judicial.

Na prática, o que existe hoje são 24 processos em andamento, dos quais:

• 5 são trabalhistas (funcionárias que realmente trabalharam);

• 17 são de cliente/cancelamento (a maioria de 2024, no olho do furacão);

• 3 são criminais de internet abertos por ela ou por gente dela;

• 2 são de plataforma.

Ou seja: nem hoje, no pior momento, isso chega perto dos “90 processos ativos” que elas espalham.

E mais uma vez:

👉 nenhum desses 24 processos atuais descreve, acusa ou prova estelionato.

O que eles descrevem é crise + cancelamento + perseguição.


Até o momento desta apuração, estes são os processos que realmente existem em meu nome (pessoa física) e no CNPJ do ateliê:

• ✅ 46 processos encerrados (pagos, arquivados, extintos ou sem mérito)

• 🟡 27 processos em andamento (quase todos de 2024 pra frente, por causa da crise e dos cancelamentos)

• 📁 Total real: 73 processos — e não “mais de 90 ativos”, e muito menos “milhares”, como a Patrícia e o perfil Vítimas da Estilista repetem.

Se aparecer alguma notificação nova daqui pra frente, será desse mesmo tipo:

ou cancelamento de contrato feito no auge do linchamento, ou execução de sentença de contratos que já estavam na fila para serem pagos. Nada disso é crime. É vida real de empresa que passou por pandemia + mudança de cidade + queda de vendas + ataque público.

O que foi crime aqui não foi o meu atraso para pagar noiva da pandemia.

Crime foi:

• impedir que eu voltasse a trabalhar, atacando todas as postagens que eu fazia;

• expor noivas que nem reclamaram só pra me queimar;

• usar meus filhos, meu atestado médico e meus processos em segredo de justiça para fazer conteúdo;

• coagir clientes ativas a desistirem do contrato com medo de “aparecer no Vítimas”;

• criar uma narrativa pública de “ela tem 90 processos de estelionato” sabendo que nenhum desses processos é criminal e que a própria justiça em 2018 já tinha visto que não se tratava de estelionato.


Esse é o ponto que precisa ficar registrado juridicamente:

as noivas não cancelaram porque eu dei golpe; muitas cancelaram porque elas tinham medo de serem perseguidas publicamente por esse grupo.

Ou seja: o dano foi causado pelo Vítimas e pela Patrícia, não por mim.

Eu fiquei sem trabalhar porque elas criaram um ambiente de terror em volta do meu nome.

E tem um dado que vai ser o mais chocante do próximo post:

quando a gente for analisar os vídeos, carrosséis, falas, lives e depoimentos publicados pelo perfil Vítimas da Estilista, nós vamos ver que:

1. boa parte nem era cliente, relatos fakes produzidos por Patrícia .

2. boa parte nunca entrou com processo nenhum, e até mesmo usou o vestido.

3. boa parte só estava repetindo a mentira do dia, para “fazer parte”;

4. e nas poucas vezes em que citam uma cliente real, a história vem completamente distorcida para parecer golpe, e não cancelamento.

Ou seja: elas pegaram uma crise comercial e transformaram em novela criminal.

não existe, até esta data, nenhum processo que comprove intenção minha de pegar dinheiro de cliente e não entregar.

O que existe é: pandemia, crise, queda de contratos por causa de difamação e uma campanha organizada para me impedir de reconstruir minha renda.

E isso, sim, é o que será apurado como crime: difamação, calúnia, perseguição e organização para destruir minha atividade econômica.

No próximo post, a gente entra na parte que elas mais odeiam:

vamos pegar os conteúdos do perfil, um por um, e mostrar quais têm cliente real, quais são inventados, quais são print cortado e quais foram feitos só para manter o linchamento vivo.


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