Post 160 a 165 - Vítimas do TikTok - caso Mari Maria

Post 160 a 165 – Caso Mari Maria

Aqui temos mais um exemplo do modo operante do perfil “Vítimas da Estilista”: vasculhar o meu passado, desenterrar um episódio antigo e sem relevância atual, apenas para gerar polêmica e ódio direcionado contra mim. Desta vez, o alvo é um vídeo de 2020, logo no início da minha entrada no TikTok, envolvendo a influenciadora Mari Maria, famosa por sua marca de cosméticos.

Na época, eu comprei, por influência da publicidade dela, um aparelho para remover cravos, vendido via link de afiliada. Eu acreditava que a empresa era nacional e que o produto chegaria rápido. No entanto, o pedido demorou quase três meses para ser entregue, veio da China e, quando chegou, não funcionou. Fiz um vídeo contando minha experiência, numa mistura de crítica e ironia, expondo como nós, consumidores, somos facilmente influenciados por blogueiras que vendem qualquer produto pago, sem nem sempre utilizarem ou garantirem a qualidade do que divulgam.

O vídeo viralizou, fez meu perfil crescer rapidamente, chegando a mais de 300 mil seguidores, mas gerou repercussão negativa. A marca me notificou e exigiu retratação. Eu gravei outro vídeo, explicando toda a situação e pedindo desculpas à Mari Maria, deixando claro que ela não tinha culpa direta, pois apenas divulgou um produto que, para mim, não funcionou. Reforcei que meu problema era com a propaganda enganosa da empresa e com a lógica de consumo que valoriza apenas o que blogueiras famosas indicam, desvalorizando profissionais e produtos de qualidade real.

O episódio ficou no passado, é antigo e irrelevante hoje. Mas as administradoras do “Vítimas da Estilista” decidiram stalkear meu histórico, resgatar esse conteúdo, dividir em mais de 5 partes e transformar em munição para ódio gratuito. Elas não buscaram fatos atuais, nem mostraram contexto, apenas quiseram usar um nome famoso para atrair atenção e engajamento, deixando espaço para que comentários pesados e maliciosos fossem publicados contra mim.

✅Resumo do vídeo (transcrição condensada)

  1. Eu explico que comprei o aparelho influenciada pelo anúncio da Mari Maria, acreditando que fosse nacional.
  2. O pedido foi enviado da China, demorou 82 dias e chegou sem funcionar.
  3. Critiquei o sistema onde acreditamos cegamente em produtos só porque uma influenciadora validou.
  4. Fiz um vídeo irônico sobre isso, que viralizou.
  5. Recebi notificação da empresa e fiz vídeo de retratação, pedindo desculpas à Mari Maria e à marca, mas mantendo minha opinião de que o produto não funcionou para mim.
  6. Critiquei a lógica de consumo que valoriza apenas o que é “abençoado” por blogueiras, ignorando o mérito de profissionais comuns.
  7. Reforcei que não tinha intenção de ofender a influenciadora, apenas questionar a forma como somos influenciados.

O que o “Vítimas da Estilista” faz com esse episódio é prova do stalking e do nível de perseguição. Resgatam um conteúdo irrelevante de quatro anos atrás, sem contexto, só para alimentar linchamento público e manter a narrativa de difamação. Mais um capítulo de uma série de posts que nada têm de denúncia legítima e tudo têm de ataque pessoal planejado.

Lista de Comentários e Crimes – Post 160 a 165

  1. “esse é do ex marido dela né” – Especulação sobre vida pessoal / Invasão de privacidade. Não chega a configurar difamação, mas é um comentário que expõe e questiona publicamente detalhes íntimos sem relevância para o conteúdo do post, incentivando curiosidade maliciosa.
  2. “só otário caiu nesse golpe hahahahahaha” – Injúria / Ofensa à honra subjetiva. Ataque direto com termo pejorativo, com objetivo de humilhar.
  3. “já conferiu a vida secreta dela lá no meu último vídeo” (feito pelo perfil da página) – Difamação + Stalking / Incentivo a linchamento virtual. Aqui fica claro o uso de invasão de privacidade (como veremos em posts seguintes, retirando conteúdo do Facebook pessoal) para construir narrativas difamatórias e alimentar ódio.
  4. “os vídeos tão longos que eu dormi e tô tendo que voltar pra entender 🥱” – Injúria / Escárnio. Tentativa de ridicularizar o conteúdo.
  5. “aconteceu comigo ontem kkkk” – Injúria leve / Deboche coletivo.
  6. “deitada agora e assistindo esse vídeo quase dormindo” – Injúria leve / Comentário sarcástico para ridicularizar.
  7. “Meu Deus que mulher chata! Só se envolve em polêmica e caos kkk” – Injúria / Ataque direto à personalidade.
  8. “ela claramente se envolvendo em tretas pra falar dela e não do produto” – Difamação / Atribuição de intenção dolosa sem provas.
  9. “Do nada ela desvia pra história de vida dela, gente que socooo hahahaha” – Injúria / Ridicularização pública.
  10. “E acredite + ela ta certa em todas 🤡 kkkk” – Injúria / Escárnio, uso de emoji pejorativo.
  11. “mds coitada da melanie” – Injúria / Comentário malicioso insinuando situação depreciativa.
  12. “cansiei de ouvir 🤡” – Injúria / Escárnio com objetivo de humilhar publicamente.

Lista de Comentários e Crimes – Post 160 a 165

  1. “Ela pensou que eu tinha esquecido” (página) – Stalking / Exposição dolosa, insinuação que reforça perseguição pessoal.
  2. “O berro! Corri pra ver se mais alguém tinha comentado” – Injúria leve / Deboche coletivo.
  3. “Preguiça de ver os vídeos dela são sempre um podcast” – Injúria / Ridicularização pública.
  4. “Juliana reclamando de pagar por algo e ficar esperando vir da eternidade até chegar” – Difamação / Tentativa de descredibilizar profissionalmente.
  5. “então 😅” (página) – Cyberbullying / Incentivo ao ataque coletivo.
  6. “Mas que coisa não? Uma empresa que atrasa entrega!! Ai ai ai se ela entender sobre ironia, vai entender!” – Injúria / Comentário sarcástico.
  7. “então 😅” (página) – Cyberbullying / Incentivo à hostilidade.
  8. “A voz dela tá estranha. Tá muito diferente de hj em dia.” – Injúria / Deboche sobre aspecto pessoal.
  9. “Ela mora em SP, trocou o sotaque num instante” (página) – Difamação / Narrativa depreciativa inventada.
  10. “muito tártaro” – Injúria grave / Ofensa direta à aparência física.
  11. “Ah que as pessoas querem saber a história da vida dela” – Cyberstalking / Curiosidade maliciosa sobre vida privada.
  12. “tudo deu lá q foi a pandemia, vai trabalhar mulher” – Injúria / Ataque ofensivo e misógino.
  13. “o ora ela, ela não gosta quando fazem com ela o q ela faz com os outros” – Difamação / Atribuição de comportamento doloso sem provas.
  14. “o q ela faz com os outros” – Difamação / Reforço de narrativa falsa.
  15. “A camisa dela 😂” – Injúria leve / Ridicularização de aparência.
  16. “desde sempre esse horra nenhuma ahshshshs” – Injúria / Comentário depreciativo, desqualificação da pessoa.
  17. “tomei golpe desse negócio tbm, pelo menos paguei bem mais barato” – Difamação indireta / Sugestão de golpe sem provas.
  18. “como fala, senhor” – Injúria / Deboche do modo de falar.
  19. “Deu sono” – Injúria leve / Escárnio contra o conteúdo.
  20. “Tenho preguiça pra essa Juliana, que falar chta ela tem.” – Injúria / Ofensa direta à honra, tentativa de humilhar publicamente.


  1. “Tenho preguiça pra essa Juliana, que falar chata ela tem.” – Injúria / Ataque direto à honra, tentativa de humilhar publicamente.
  2. “Ela sempre desmerecendo das pessoas ela diz que o povo brasileiro é burro em poucas palavras.” – Difamação / Atribuição falsa de fala ofensiva sem provas.
  3. “Aconteceu só fui tá caindo” – Comentário irrelevante, sem crime.
  4. “É o milésimo vídeo que vejo ela falando… INFELIZMENTE JULIANA vc vai ter que aceitar e morar aqui mesmo!!!” – Injúria / Ofensa com intuito de humilhar, deboche.
  5. “Ela já tretou com tanta gente que fico surpresa de como esse ateliê ainda tá aberto.” – Difamação / Insinuação grave contra reputação profissional sem provas.
  6. “Ela fala que sabe comprar as coisas, mas comprou um negócio que não conferiu de onde vinha, e pior, ainda nem pesquisou pra ver se o produto tinha em outros lugares, por valor mais baixo.” – Difamação / Tentativa de descredibilizar profissionalmente, imputação de imprudência sem provas.
  7. “Gente q mulher chata” – Injúria / Ofensa direta à honra.
  8. “Nada a ver com o assunto do vídeo mas… Como bocó envelhece né? Ela tava muito mais nova nesses vídeos, mais natural e com menos encenação.” – Injúria grave / Ofensa direta à aparência física e desqualificação da pessoa.
  9. “A voz dela tá muuuito diferente hoje em dia” – Injúria / Comentário depreciativo sobre aspecto pessoal.
  10. “eu pensei a mesma coisa!” – Comentário neutro.
  11. “Pq será q a voz dela mudou?” – Injúria / Insinuação maliciosa.
  12. “supostamente ela não gosta de usar o sotaque goiano” (página) – Difamação / Insinuação de comportamento falso, reforçando narrativa depreciativa.
  13. “essa da Mari eu não sabia” – Comentário neutro.
  14. “quase ninguém sabia” (página) – Stalking / Insinuação de conhecimento íntimo sobre vida pessoal para alimentar hostilidade.
  15. “Golpe em cima de golpe” – Difamação grave / Acusação criminosa sem provas.
  16. “@Vítimas da Estilista cade o insta d vcs?” – Conluio / Incentivo a perseguição, tentativa de migração para outra plataforma para continuar ataques.
  17. “Ela achou que tava fazendo um grande mousse quando gravou esse vídeo” – Injúria / Ridicularização, deboche público.
  18. “Meu Deus, empresa mostrando o outro lado da história e com provas, mas a mesma continuando achando que está certa.” – Difamação / Tentativa de desqualificar a fala e reputação sem base real.
  19. “Essa mulher só sabe brigar meu Deus kkkkkk” – Injúria / Tentativa de manchar imagem pública com ofensa direta.
  20. “Pq ela sempre coloca a culpa dos ‘mau entendidos’ serem sempre de ‘adolescentes’?” – Difamação / Insinuação dolosa, tentativa de reforçar narrativa de culpabilização inventada.
  21. “Golpe em cima de golpe” (repetição) – Difamação grave / Acusação falsa de golpe.
  22. “Ela achou que tava fazendo um grande mousse quando gravou esse vídeo” (repetição) – Injúria / Ridicularização intencional.
  23. “falando o q todo mundo sabe.” – Difamação indireta / Sugestão maliciosa de fato desabonador sem provas.
  24. “eita como fala” – Injúria leve / Comentário depreciativo sobre modo de falar.


Lista de Comentários e Crimes – Post 160 a 165

  1. “eita como fala” – Injúria leve / Deboche do modo de falar.
  2. “tecidos super baratos mas td bem pq ela veste uma famosa” – Difamação / Tentativa de desqualificar profissionalmente, insinuando má qualidade dos produtos sem provas.
  3. “Mas que absurdo esse atraso na entrega de um produto né Juliana????? Como diria o Kiko: Que coisa não?” – Injúria / Comentário sarcástico com intuito de ridicularizar.
  4. “Vocês tem a impressão que a um tempo atrás ela tinha cara de coitadinha?” – Injúria / Ataque à honra, insinuando manipulação de imagem pessoal.
  5. “Pra quem fala que 150,00 reais não é nada, ela que pague então.” – Injúria / Comentário provocativo com tom depreciativo.
  6. “Primeiro que dermatologista não faz limpeza de pele” – Comentário neutro (sem crime).
  7. “Incoerente em tantos níveis…” – Injúria leve / Desqualificação subjetiva sem argumento técnico.
  8. “Vai fazer a unha mulher, pára de encher o saco” – Injúria grave / Ofensa direta, com intenção de humilhar publicamente.
  9. “mas todo dermatologista estuda anos pra poder exercer a profissão KKKKKKKKKK ela acha que medicação é igual ao cruso de moda que ela fez que consegue exercer sem terminar?” – Difamação e Injúria grave / Ataque à capacidade profissional, comparando moda com exercício ilegal de medicina, tentativa de ridicularizar e desqualificar.
  10. “Essa mulher é deslumbrada e invejosa.” – Injúria grave / Ataque direto à personalidade.
  11. “sei que foi um exemplo mas… ela se compara com um dermatologista que estuda 9 anos pra ser o que é… se comparou com a mari maria que tem 21kk gente…” – Difamação / Insinuação depreciativa, tentativa de rebaixar profissionalmente.
  12. “Meu vestido atrasou 4 meses e ngm se desculpou, XULIANAAAAA!!!” – Difamação grave / Acusação falsa contra serviço profissional, insinuando descumprimento contratual.
  13. “UAU, ela descobriu o conceito de INFLUENCIADOR… parabéns, viu? toma aqui o Nobel.” – Injúria / Comentário sarcástico com objetivo de ridicularizar.
  14. “Segundo ela toda empresa tem reclamação no reclame aqui e isso ñ diz nada” – Difamação / Tentativa de reforçar narrativa negativa sobre credibilidade profissional.
  15. “Errada, ela não está” – Comentário neutro.
  16. “então kkkkk POIS É MESMO QUE EU NÃO GOSTE DELA KKKKK” – Injúria leve / Comentário ofensivo sem justificativa.
  17. “só acho que ela descreveu a si mesma com os vestidos que não entrega” – Difamação grave / Falsa acusação de não entrega de produtos.
  18. “eu amoooo é feitiço virando contra o feiticeiro” – Injúria / Comentário debochado visando humilhação pública.
  19. “Não entendi, ela tá certa! Quem tava errada era a Mari maria incentivando a compra de coisa que não presta” – Comentário neutro.
  20. “Não é que o aparelho não funciona, é que ela não é competente para fazer esse produto funcionar.” – Difamação grave / Ataque direto à competência profissional, tentativa de manchar imagem de consumidora e profission

Lista de Comentários e Crimes – Post 160 a 165

  1. “eita como fala” – Injúria leve / Comentário depreciativo sobre modo de falar.
  2. “tecidos super baratos mas td bem pq ela veste uma famosa” – Difamação / Insinuação falsa de baixa qualidade dos produtos.
  3. “Mas que absurdo esse atraso na entrega de um produto né Juliana????? Como diria o Kiko: Que coisa não?” – Injúria / Comentário sarcástico com intuito de ridicularizar.
  4. “Vocês tem a impressão que a um tempo atrás ela tinha cara de coitadinha?” – Injúria / Ataque à honra, insinuando manipulação de imagem pessoal.
  5. “Pra quem fala que 150,00 reais não é nada, ela que pague então.” – Injúria / Tom depreciativo com acusação indireta.
  6. “Primeiro que dermatologista não faz limpeza de pele” – Nenhum crime.
  7. “Incoerente em tantos níveis…” – Injúria leve / Tentativa de desqualificar fala.
  8. “Vai fazer a unha mulher, pára de encher o saco” – Injúria grave / Ofensa direta com objetivo de humilhar.
  9. “mas todo dermatologista estuda anos pra poder exercer a profissão KKKKKKKKKK ela acha que medicação é igual ao curso de moda que ela fez que consegue exercer sem terminar?” – Difamação e Injúria grave / Tentativa de desqualificar profissionalmente com ataque pejorativo.
  10. “Essa mulher é deslumbrada e invejosa.” – Injúria grave / Ataque direto à personalidade.
  11. “meio que ela fez o que o Guga faz atualmente, ela poderia ter continuado nesse nicho” – Comentário neutro.
  12. “isso é a retratação dela? Super humilde gente…” – Injúria / Comentário irônico depreciativo.
  13. “sei que foi um exemplo mas… ela se compara com um dermatologista que estuda 9 anos…” – Difamação / Tentativa de inferiorizar profissionalmente.
  14. “Meu vestido atrasou 4 meses e ngm se desculpou, XULIANAAAAA!!!” – Difamação grave / Acusação falsa de descumprimento contratual.
  15. “UAU, ela descobriu o conceito de INFLUENCIADOR… parabéns, viu? toma aqui o Nobel.” – Injúria / Comentário sarcástico visando ridicularizar.
  16. “Errada, ela não está” – Comentário neutro.
  17. “então kkkkk POIS É MESMO QUE EU NÃO GOSTE DELA KKKKK” – Injúria leve / Ofensa gratuita.
  18. “só acho que ela descreveu a si mesma com os vestidos que não entrega” – Difamação grave / Acusação falsa de não entregar produtos.
  19. “eu amoooo é feitiço virando contra o feiticeiro” – Injúria / Deboche com intuito de humilhar publicamente.
  20. “Não entendi, ela tá certa! Quem tava errada era a Mari maria incentivando a compra de coisa que não presta” – Comentário neutro.
  21. “Não é que o aparelho não funciona, é que ela não é competente para fazer esse produto funcionar.” – Difamação grave / Ataque à capacidade profissional e pessoal, tentativa de descredibilizar.

Este post é mais um exemplo do modus operandi do perfil “Vítimas da Estilista”: criar conteúdo artificial para alimentar o linchamento virtual, sem qualquer relevância ou denúncia legítima. O caso Mari Maria é um episódio antigo, de 2020, quando eu tinha acabado de entrar no TikTok e relatei uma experiência pessoal com um produto comprado por influência de uma publicidade. Não havia crime, não havia vítima, apenas uma opinião sobre consumo digital, que foi posteriormente explicada e retratada.

Mesmo assim, quatro anos depois, esse episódio é desenterrado, dividido em várias partes, editado fora de contexto e publicado com o único objetivo de gerar ódio gratuito. O conteúdo não apresenta provas de qualquer ato ilícito da minha parte, não traz informação relevante ao público e tampouco se conecta a qualquer “denúncia”. É stalking puro: busca deliberada e invasiva pelo meu passado, pela minha vida pessoal, por vídeos antigos, apenas para alimentar o ciclo de ataques e reforçar narrativas criadas por essas pessoas.

Esse tipo de publicação serve exclusivamente para encher o feed delas, gerar engajamento, atrair cliques, curtidas, comentários e seguidores, inflando o ego e a sensação de poder de quem administra o perfil. Elas tentam transformar qualquer fragmento da minha vida em pauta de ódio, criando a falsa impressão de que tudo o que dizem é verdade, simplesmente porque repetem a narrativa exaustivamente e encontram um público disposto a consumir difamação como entretenimento.

Ou seja, o Post 160 a 165 não é denúncia, não é notícia, não é informativo. É mais uma peça de uma rede de perseguição, criada para explorar minha imagem, manchar minha reputação e sustentar o próprio canal de ódio delas – uma tentativa clara de lucrar e ganhar relevância às custas da minha dor e da destruição da minha história.










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