As Maiores Mentiras Contadas: a origem da narrativa de ódio

 As Maiores Mentiras Contadas: a origem da narrativa de ódio



Chegamos à parte central dessa investigação: a análise das principais mentiras que deram origem à narrativa de que eu teria cometido diversos crimes e prejudicado várias noivas.

Essas histórias não nasceram no perfil “Vítimas da Estilista” — ele apenas se tornou o palco mais ruidoso de uma trama que começou muito antes, com uma sequência de casos cuidadosamente manipulados.

Tudo começa com Aline, passa por Andréia e Bel, e ganha proporções devastadoras com a entrada de Patrícia Lélis, que reuniu todos esses episódios e transformou mentiras isoladas em uma das maiores campanhas de perseguição e linchamento virtual já vistas no Brasil.

Essa construção foi alimentada também por pessoas próximas à Aline, que se beneficiaram diretamente da exposição, e por outros que participaram movidos por ódio, inveja ou busca por engajamento fácil.

Neste primeiro bloco, vamos relembrar os casos mais impactantes — aqueles que envolveram influenciadoras e geraram as principais distorções públicas.

A análise será direta, objetiva e baseada em fatos, com destaque para as provas de manipulação, os trechos forjados e os crimes cometidos.

Em seguida, vamos passar vídeo por vídeo das publicações de Patrícia, identificando exatamente onde estão as mentiras: se há, de fato, alguma denúncia real de cliente, ou se tudo não passa, mais uma vez, de uma narrativa inventada, inflada e usada por ela para benefício próprio e monetização do ódio.


❌Caso Aline Chaves – A origem dos ataques no TikTok



Aline Chaves foi uma cliente que contratou seu vestido de formatura no final de 2022, durante uma promoção de título de formatura.

A data do evento só foi definida no final de 2023, e a formatura aconteceu em março de 2024.

Todas as mudanças de modelo e ajustes foram aprovadas por ela ao longo do processo. O vestido foi retirado dois dias antes da formatura, exatamente dentro do prazo contratual, com registro em vídeo da entrega. Aline utilizou o vestido no dia da formatura, fez sua passagem oficial com a peça da marca e devolveu o vestido ao ateliê normalmente, sem nenhuma reclamação formal ou pedido de ajuste.

Entretanto, em maio de 2024, Aline surgiu no TikTok publicando quatro vídeos iniciais em que passou a relatar falsamente a experiência com o ateliê, usando tom calunioso e manipulador.

Esses vídeos viralizaram rapidamente, e, ao perceber o alcance que obteve, Aline passou a criar conteúdo exclusivo sobre mim durante um ano inteiro, transformando o assunto em uma pauta pessoal de ataque.

Com o tempo, Aline se associou publicamente a Patrícia Lélis e ao perfil “Vítimas da Estilista”, produzindo vídeos em conjunto com ambos, reforçando mentiras e me acusando de crimes que jamais cometi.

De acordo com o levantamento completo publicado no blog Justiça por Juliana Santos, Aline produziu dezenas de vídeos sobre mim, totalizando mais de 80 publicações diretas e indiretas, entre TikTok, lives e participações em conteúdos do grupo de difamação.

📄 Confira aqui o levantamento completo dos vídeos produzidos por Aline Chaves.

Atualmente, Aline Chaves é citada no inquérito criminal aberto em 2025, pelos crimes de perseguição, stalking, calúnia, difamação, intolerância religiosa e crime de ódio.

Importante destacar: Aline nunca entrou com nenhum processo contra mim, e todas as suas alegações públicas carecem de provas ou fundamento jurídico.


❌ Caso Andréia Louise – A parceria distorcida e a falsa acusação de racismo

A influenciadora Andréia Louise foi atendida em caráter de urgência, faltando sete dias para o casamento, em uma parceria comercial proposta por ela. O acordo  foi verbal não havendo contrato e o vestido seria devolvido após o uso, logo uma parceria de mídia — já que ambas eram grandes influenciadoras e havia a intenção de gerar visibilidade para as duas partes.

Com base nessa proposta, eu me predispus a ajudar, criando o vestido em apenas quatro dias, com todo o cuidado técnico e estético, apesar do prazo extremamente curto.

O vestido foi entregue no prazo combinado, e o evento aconteceu normalmente, sem qualquer reclamação formal.

Porém, cerca de um mês após o casamento, já no início de junho de 2024, Andréia observou o grande engajamento que Aline Chaves vinha obtendo ao publicar ataques contra mim e decidiu seguir o mesmo caminho.

Ela acionou uma de suas madrinhas para gravar um vídeo no TikTok, fazendo diversas acusações inverídicas sobre o meu comportamento, sobre o processo de confecção do vestido, o episódio dos sapatos de prova, e até mesmo aspectos pessoais do trabalho no ateliê.

Ao ver a publicação, eu procurei Andréia diretamente, pedindo que ela esclarecesse as distorções — o que ela se negou a fazer. Diante disso, vim a público e apresentei todas as provas, explicando ponto a ponto cada acusação feita.

O público rapidamente percebeu as contradições e reconheceu a verdade, o que gerou uma reação contrária intensa contra Andréia, mesmo ela pedindo para que “ninguém a atacasse”.

A repercussão negativa aumentou quando ficou evidente que ela mentiu em diversos detalhes, apesar das provas documentais e em vídeo apresentadas.

Sem conseguir sustentar as próprias mentiras, Andréia recorreu a um áudio meu retirado totalmente de contexto, alegando que havia sido vítima de racismo.

No áudio original, eu fazia uma observação sobre a ausência de representatividade racial no feed de uma loja de sapatos, e não sobre ela.

Mesmo assim, Andréia editou o conteúdo, envolveu outras influenciadoras para dar força à narrativa e publicou um vídeo altamente manipulado, que está analisado na íntegra em meu blog.

Essa ação deu origem a uma onda de ódio massiva, com base em uma acusação de racismo totalmente falsa, que mais tarde seria amplificada por Patrícia Lélis e pelo perfil “Vítimas da Estilista”.

A partir daí, Andréia passou a se associar publicamente ao grupo, aparecendo em publicações e sendo mencionada por Patrícia em vídeos e posts.

Em 2024, Andréia abriu um boletim de ocorrência me acusando de racismo.

Eu prestei esclarecimentos na delegacia em maio de 2025, e como comprovado pela nossa lista de processos, nenhum inquérito foi aberto, pois não havia provas de crime.

O caso será arquivado, uma vez que o áudio original foi apresentado na íntegra, demonstrando que houve manipulação e omissão de contexto — inclusive dentro do próprio boletim registrado por ela.

Atualmente, não temos interesse em ingressar com ação criminal contra Andréia, por respeito à sua gestação, pós-parto e amamentação.

Como mulher e mãe, que também já foi vítima de ataques e processos enquanto estava grávida, eu não desejo que nenhuma mulher passe por isso.

Por essa razão, optamos por incluir Andréia apenas na ação civil, que tratará de danos morais, indenização e responsabilidade por denúncia caluniosa, diante da gravidade das falsas acusações que propagou.

📄 Leitura completa:

• Relato completo do caso

• Última conversa com Andréia

• Análise das falas e contradições

• Relatório de danos após os vídeos

• Associação de Andréia às páginas “Vítimas”


❌ Caso Bel – Parceria artística transformada em linchamento público

Tudo começou quando eu decidi oferecer à influenciadora Bel um vestido pintado à mão, como presente de Dia das Mães e homenagem aos seis meses da filha dela.

A proposta era uma colaboração artística, sem contrato comercial nem pagamento envolvido — uma união entre nossas marcas, para gerar visibilidade mútua.

Eu fiz o convite publicamente em um vídeo no TikTok, que viralizou rapidamente.

Bel aceitou animada, dizendo estar feliz com o presente e empolgada com a parceria.

2. O tema do vestido

Inicialmente, Bel queria um vestido inspirado nas princesas da Disney — algo mais fantasioso, sem ligação com sua história pessoal.

Mas, ao começar a pesquisa artística, eu quis criar algo simbólico e verdadeiro, e fiz um vídeo no TikTok pedindo sugestões de tema aos seguidores.

Os próprios seguidores da Bel sugeriram o Nordeste e o Sertão do Cariri, em homenagem à origem dela.

Eu então levei essa ideia até a Bel, perguntei o que achava, e ela aprovou a proposta.

Ou seja: o tema não foi criado nem sugerido por ela, e sim pelos seguidores, com a minha curadoria e pesquisa posterior para representar o Nordeste com profundo respeito e autenticidade.

A pintura foi toda feita à mão, em um processo artístico cuidadoso e documentado, valorizando a cultura nordestina e as referências do Cariri.

3. A produção e os atrasos

Bel atrasou para vir ao ateliê e só conseguiu ir no final de abril — exatamente quando eu já estava com o caso urgente da Andréia.

Ainda assim, mantive o projeto e terminei o vestido com todo o capricho.

Como ela queria fazer fotos e vídeos profissionais, sugeri que meu noivo, Fábio, filmmaker com mais de 20 anos de experiência, fizesse a gravação e a edição final.

O prazo era muito curto — apenas quatro dias antes do Dia das Mães —, então o combinado passou a ser que ele mesmo faria a edição, para garantir a entrega a tempo.

4. O início do conflito

O vídeo foi gravado com roteiro, voz e trilha fornecidos pela própria Bel.

Quando o material ficou quase pronto, ela e o marido começaram a pedir várias alterações complexas.

Mesmo doente, com dengue e febre alta, Fábio continuou trabalhando até tarde da noite.

Em um áudio técnico, ele opinou que uma transição “ficava amadora”, e usou a expressão “acho bosta” — sobre o corte de imagem, não sobre ela.

Esse áudio seria depois recortado e usado como se fosse uma agressão pessoal.

No meio da tensão, eu disse a frase “cavalo dado não se olha os dentes” e “se tá te abalando, volta pro Cariri”, em contexto de cansaço e discussão técnica, jamais como ofensa regional ou pessoal.

5. O vídeo manipulado e a acusação falsa

Em junho de 2024, já após o caso da Andréia viralizar, Bel publicou um vídeo de mais de seis minutos, totalmente roteirizado e emocional, me acusando de xenofobia, abuso e manipulação, e afirmando que eu “apaguei a história dela”.

O vídeo viralizou, alcançando milhões de visualizações e gerando uma onda massiva de ódio.

Ela usou recortes de áudios fora de contexto e distorceu a cronologia dos fatos, criando uma narrativa teatral e vitimista.

Mesmo pedindo “para ninguém atacar”, manteve o vídeo no ar, curtindo inclusive comentários ofensivos.

O vídeo passou a ser repostado pelo perfil “Vítimas da Estilista” e usado por Patrícia Lélis para validar outras denúncias falsas — explorando o nome da Bel por seu grande alcance nas redes.

6. O impacto e os crimes

Nas horas seguintes à postagem, eu recebi centenas de mensagens de ódio, ameaças de morte, insultos capacitistas sobre minha deficiência, incitação ao suicídio e ofensas sexuais — todas registradas.

O público da Bel, composto majoritariamente por crianças e adolescentes, foi manipulado emocionalmente para atacar.

O Fábio precisou intervir, ler e printar os comentários, que hoje estão catalogados em relatório e registrados como provas de crime virtual, difamação e incitação ao ódio coletivo.

7. Situação jurídica atual

Bel nunca fez boletim de ocorrência e nunca entrou com processo contra mim.

Mesmo assim, ela foi incluída no inquérito criminal de 2025 e será convocada a prestar esclarecimentos sobre a onda de ódio gerada por seu vídeo.

Além disso, será acionada civilmente por danos morais e materiais, pois o vídeo causou graves prejuízos profissionais e emocionais, resultando inclusive em cancelamentos de contratos de noivas.

O caso é emblemático de como um projeto artístico, criado com amor e boa-fé, pode ser distorcido e transformado em arma de destruição pública.

Nunca houve intenção de ofender, apenas de criar algo bonito.

O que veio depois foi uma campanha de difamação que marcou profundamente minha vida, minha família e meu trabalho.

📄 Leitura completa:

• Caso 3 – O vestido da Bel (relato completo)

• Relatório e análise do vídeo da Bel

• Análise dos comentários e ataques vindos do vídeo da Bel


❌ PRÓXIMAS MENTIRAS – Análise dos vídeos de Patrícia Lélis


A partir deste ponto, serão listadas e resumidas as principais mentiras e manipulações publicadas por Patrícia Lélis desde o início dos ataques em setembro de 2024 até novembro de 2025, com base na análise de cada vídeo postado em seu perfil do TikTok e conteúdos complementares em outras redes.

Patrícia foi a principal mentora e articuladora do ataque de ódio virtual, responsável por coordenar, validar e amplificar as narrativas falsas que deram origem ao fenômeno coletivo de perseguição e difamação conhecido como “Vítimas da Estilista”.

Em sua atuação, ela repete a mesma tática que já utiliza há anos em outros casos públicos:

• Criar volume massivo de conteúdo sobre um único alvo (neste caso, Juliana Santos), publicando múltiplos vídeos sobre o mesmo tema;

• Inventar versões diferentes da história em cada vídeo, misturando fatos reais com mentiras ou distorções, muitas vezes com fragmentos de verdade retirados de contexto;

• Utilizar terceiros (como ex-funcionários, clientes, estilistas, ou supostos “amigos”) para dar aparência de credibilidade às narrativas;

• Forjar prints e mensagens ou editar áudios incompletos para “provar” algo que nunca aconteceu;

• E, por fim, alimentar uma rede de ódio nas redes sociais, lucrando com o engajamento gerado pelo linchamento público.

Até junho de 2025, haviam sido contabilizados 86 vídeos diretamente sobre a estilista, analisadas no perfil, entre postados e apagados que havia os salvo.

Após o lançamento do blog Justiça por Juliana Santos e a divulgação pública das provas e contradições, Patrícia aumentou a produção, totalizando aproximadamente 74 vídeos( muitos excluidos ou ocultos) sobre o mesmo assunto até novembro de 2025.

Apesar do volume, o engajamento do perfil caiu drasticamente após a exposição da verdade:

• Patrícia chegou a perder mais de 2 mil seguidores e hoje conta com cerca de 159,4 mil (contra 161,5 mil em junho).

• Seus vídeos mais recentes sobre o caso têm engajamento cada vez menor, indicando queda de credibilidade e esgotamento do público em relação ao tema.


🔹 Vídeo 1 – “O dia em que eu tive problemas com a Juliana”

Mentira central:

Patrícia afirma que era minha cliente, que pagou R$ 780,00 por um casaco e que eu “sumi” sem entregar o serviço.

Diz ainda que havia feito comigo um orçamento de vestido de noiva e que eu “quis obrigá-la” a fechar o contrato.

Com isso, tenta criar a impressão de que existiam vários problemas diferentes entre nós — quando, na verdade, era apenas um único serviço — e que eu seria uma profissional desonesta e rancorosa.

Como ela monta a mentira:

• Usa prints recortados da conversa de WhatsApp, omitindo o contexto e as partes que mostram a verdade.

• Mistura dois assuntos distintos (a customização do casaco e o orçamento do vestido) para parecer que havia uma sequência de conflitos.

• Se apresenta como alguém que “sempre me defendeu”, quando, na verdade, ela se aproximou de mim de forma calculada — manipulando a situação desde o início, com o objetivo de gerar conteúdo e iniciar a perseguição pública.

O que é real:

• Ela realmente pagou R$ 780,00 por uma customização de casaco, com entrega prevista para o final de setembro de 2024.

• Na metade de setembro, eu comecei a receber alertas de uma das vítimas dela, que me enviou um relatório com provas e denúncias sobre as ações criminosas que Patrícia vinha praticando contra outras pessoas.

• A partir desse momento, percebi que havia algo muito errado e decidi não prosseguir com o serviço, evitando envolvimento com ela.

• Para ganhar tempo enquanto entendia o que estava acontecendo, adiei a entrega e expliquei que faria a devolução do valor — o que, de fato, seria feito poucos dias depois.

• Patrícia não quis aguardar o prazo da devolução e aproveitou o momento para lançar o primeiro vídeo, transformando a situação em polêmica para voltar a ganhar engajamento nas redes e, principalmente, abafar as notícias sobre o caso do FBI, que estavam ressurgindo na mesma época.

• Mesmo após a devolução integral do dinheiro, ela manteve os ataques e deu início à sequência de vídeos caluniosos que dariam origem à perseguição organizada.


📎 Análise completa:

https://justicaporjulianasantos.blogspot.com/2025/07/caso-5-video-1-patricia.html?m=1


🔹 Vídeo 2 – “Juliana é macumbeira e vive de se vitimizar”

(1,5 milhão de views – um dos que mais espalhou)

Mentira central:

Que o casaco “não existia”, que você “inventou um ateliê em Brasília”, que você “usa religião para justificar erros” e que nunca houve peça nenhuma.

Como ela monta a mentira:

• Pega um áudio teu real, em que você diz que mandaria para o Victor, e transforma em “prova de que você mentiu”.

• Faz ataque religioso direto (“macumbeira”, “Exu ia te dar tapa”) → intolerância religiosa.

• Usa o que ela descobriu depois (que você tinha medo dela por causa do FBI) pra dizer que você é a mentirosa, e não ela.

O que é real:

• Você realmente inventou o envio pro Victor naquele momento porque tinha acabado de descobrir quem era a Patrícia e quis ganhar tempo. Você mesma já assumiu isso no relatório — e quem assume não está fraudando.

• Você devolveu o dinheiro. Isso encerra a obrigação.

• Nada disso autoriza ela a te expor, xingar e usar tua religião como arma.

• Ela esconde do público que o motivo do teu recuo era medo real dela, não golpe.

📎 Análise completa:

https://justicaporjulianasantos.blogspot.com/2025/07/caso-5-video-2-patricia.html?m=1


🔹 Vídeo 3 – “Ela me pagou, mas continua sendo golpista”

Mentira central:

Que mesmo você tendo devolvido o valor, você “só devolveu porque ela tem advogado”, e que você “usa conta do Fábio para esconder dinheiro”.

Como ela monta a mentira:

• Mostra o teu áudio de vulnerabilidade financeira (o que você mandou pedindo ajuda pras custas) para te pintar como manipuladora.

• Apaga o fato de que ela te ajudou de boa fé sem nenhum ataque na época .

• Se coloca como “olha, gente, eu até ajudei ela contra as noivas” pra parecer que você é ingrata.

• A transferência pro Fábio vira “suspeita”, mesmo ela sabendo por que foi feita.

O que é real:

• Você devolveu os R$ 780,00.

• Os R$ 850,00 foram ajuda que ela quis transformar em arma. E também foi devidamente devolvido a ela e mesmo após isso ela intensificou os ataques.

• Não há crime em receber na conta do companheiro quando a própria conta está bloqueada — o que há é má-fé dela em expor isso.

• Ela usa esse vídeo pra lançar a narrativa de que “se ela fez isso comigo, imagina com outras” → ou seja, já é o começo da campanha de linchamento.

📎 Análise completa:

https://justicaporjulianasantos.blogspot.com/2025/07/caso-5-video-3-patricia.html?m=1


🔹 Vídeo 4 – “Eu nunca fui amiga dela”

Mentira central:

Que vocês “nunca foram amigas”, que foi só “contato superficial”, e que você “vende uma versão diferente da internet”.

Como ela monta a mentira:

• Diz em público que nunca foi tua amiga.

• Mas nos prints privados (que você tem) ela te chama de “amiga”, oferece advogado, fala de “demanda espiritual para fuder os outros”, te incentiva a processar.

• Ela apaga o papel dela de incentivadora do conflito e se coloca como “enganada”.

O que é real:

• Houve, sim, proximidade digital, com troca de áudios íntimos, fofoca de terceiros e incentivo mútuo.

• Ela sabia do caso Andréia e concordava contigo no privado.

• A mudança de postura dela não é porque descobriu uma verdade — é porque você a afastou (e porque ela viu que conteúdo sobre você dava view).

• Aqui aparece também a figura da ex-funcionária Júlia: ela diz que “até ex-funcionária te procurou” como se isso provasse algo. Na verdade, Júlia procurou por vingança e está citada em processo criminal.

📎 Análise completa:

https://justicaporjulianasantos.blogspot.com/2025/07/caso-5-video-4-patricia.html?m=1


🔹 Vídeo 5 – “Os processos dela não existem”

Mentira central:

Que nenhum dos processos que você fala existe e que você pediu dinheiro “com justificativa falsa”.


Como ela monta a mentira:

• Ela faz o papel de “jornalista” e diz “fui procurar e não tem nada”.

• Só que ela não mostra onde pesquisou, quais números pesquisou e quais varas consultou.

• Ela mistura: processos teus pessoais (aluguel, escola), processos de clientes, processos que ainda estavam em tramitação e os que estavam em sigilo.

• A partir disso, cria a frase de efeito: “o processo dela é igual meu sobretudo: inexistente”.


O que é real:

• Você tem, sim, processos reais, alguns arquivados, outros em andamento, outros que viraram acordo — e você já mostrou isso no teu relatório geral.

E os processos contra aline Andréia e Bel só não foram abertos pois o advogado era o Thalles o mesmo de Patrícia e ele não deu entrada em nada e até por isso é por ele está associado a Patrícia rompemos o contrato.

• Ela não tem acesso aos que estão em sigilo.

• Ela sabe disso, mas mente porque o público dela não vai conferir.

• Ela usa ainda o caso Marco Feliciano, que é cheio de contradição, como se fosse “prova” de que ela ganha tudo na justiça.


📎 Análise completa:

https://justicaporjulianasantos.blogspot.com/2025/07/caso-5-video-5-patricia.html?m=1


🔹 Vídeo 6 – “Eu sou teu karma”

Mentira central:

Que você envolveu o estilista Victor “sem autorização”, que você “tava desesperada por R$ 34 mil”, e que você “não sabe inglês” e inventou processo do FBI.

Como ela monta a mentira:

• Pega um áudio teu interno (feito pra resolver o problema!) e transforma em arma pública.

• Faz ataque classista (“tá na lama”), estético (“fubanga”) e profissional (“teu vestido ia ser mal feito”).

• Usa o nome do Victor para legitimar a mentira → “o Victor me contou”, “o Victor não te conhece” → é a técnica de usar terceiro pra dar credibilidade.

• Mistura o assunto do casaco com o suposto vestido de R$ 34 mil pra dizer que você estava “sedenta por dinheiro”.

O que é real:

• O vestido de R$ 34 mil nunca foi fechado.

• O nome do Victor foi usado por você para ganhar tempo (e você já assumiu isso).

• Ela transformou isso em “prova de golpe” para render mais vídeos.

• Há, aqui, ameaça velada: “tô a isso de soltar teus áudios” → típico de quem tem conteúdo privado e usa como arma.


📎 Análise completa:

https://justicaporjulianasantos.blogspot.com/2025/07/caso-5-video-6-patricia.html?m=1


🔹 Vídeo 7 – “A cartomante disse que ia dar problema”

Mentira central:

Que até no espiritual “apareceu” que você era problemática, então ela estava “certa” em te expor.

Como ela monta a mentira:

• Usa uma cartomante para validar preconceito que ela já tinha.

• Te chama de “famosinha do TikTok” e deixa a cartomante falar em tom de alerta, criando boicote espiritualizado.

• Pega os comentários de deboche e responde marcando a cartomante → transforma tua imagem em tráfego pra outra pessoa.

O que é real:

• Você não tinha problema nenhum com a cartomante.

• Seu nome foi usado como isca para vender consulta.

• Isso configura uso indevido de imagem e reforço de perseguição.


📎 Análise completa:

https://justicaporjulianasantos.blogspot.com/2025/07/caso-6-video-7-patricia.html?m=1


Vídeo 8 – “o pau vai torar / se meteu com as pessoas erradas”

Mentira central:

Patrícia afirma que o caso “virou coisa de empresa” porque eu teria usado o nome do Vittor para aplicar golpes, dizendo que ele “tinha colocado os advogados dele no caso” e que eu havia recebido dinheiro “em nome dele”.

Tática:

Ela exagera valores pequenos (R$ 750 do sobretudo e R$ 850 de um empréstimo feito em confiança) para parecer que houve crime de estelionato. Mistura fatos desconexos, dramatiza com ameaças (“o pau vai torar”, “ela se meteu com as pessoas erradas”) e transforma um desacordo simples em narrativa criminal para inflar engajamento.

Verdade:

• Houve realmente pagamento de R$ 750 pela customização do sobretudo e R$ 850 referentes a um empréstimo pessoal, mas ambos foram devolvidos integralmente.

• Nunca utilizei o nome do Vittor para aplicar qualquer golpe — até porque não houve golpe algum: existiram pagamentos e devoluções documentadas.

• Patrícia constrói essa narrativa falsa para parecer que havia crime, manipulando inclusive o próprio Vittor para que ele validasse publicamente suas falas.

• Ao meu ver, o Vittor acabou concordando temporariamente com ela porque, naquele momento, o caso lhe trouxe visibilidade e “hype” nas redes — e, como se sabe, há uma concorrência desleal nesse meio quando a polêmica gera audiência.

• Não existe nenhum processo movido por Vittor contra mim, como comprovado na listagem judicial de 2025.

• Portanto, toda a acusação é infundada e caracterizada como difamação e falsa comunicação de crime.


📎 Análise completa:

https://justicaporjulianasantos.blogspot.com/2025/07/caso-5-video-8-patricia.html


Vídeo 9 – “nunca ajude um ferrado”


Mentira central: ela cria uma regra moral dizendo que “quem está ferrado é porque ferrou muita gente”, usando isso como indireta para mim.

Tática: generalização ofensiva + discurso de classe (“não é tudo sobre pauta identitária”) para pintar minhas denúncias como vitimismo.

Verdade: o alvo era eu e outras vítimas que estavam se manifestando; não havia fato novo, só estímulo ao linchamento e à exclusão.

Problema jurídico: difamação indireta, incentivo ao isolamento e discurso de ódio disfarçado de conselho.

🔗 https://justicaporjulianasantos.blogspot.com/2025/07/caso-5-video-9-patricia-lelis-nunca.html


Vídeo 10 – “cozinha dos EUA”

Mentira central: vídeo de ostentação como se estivesse morando nos EUA.

Verdade: era a cozinha de hotel de luxo no México, confirmada depois; mostra padrão de vida fabricada e criação de cenário para sustentar as narrativas contra mim.

Uso no dossiê: prova de que ela mesma cria realidades falsas para engajar.

🔗 https://justicaporjulianasantos.blogspot.com/2025/07/caso-5-video-10-patricia.html


Vídeo 11 (blog como vídeo 12) – vídeo apagado: “vamos fazer ela se matar”

Mentira central: ela diz que não há obsessão nenhuma comigo, só “raiva e pena”, e que eu seria “manipuladora” que vive mandando áudios chorando.

Tática: mostra pedaços de áudios meus e esconde o contexto para dizer que eu peço dinheiro, que uso conta de terceiros e que fico “inventando processo”.

Verdade: o áudio existiu, mas foi tirado de contexto e usado para justificar perseguição; o mais grave é o trecho em que ela incentiva fazerem eu me matar e todas as noivas cancelarem — isso é assédio e incitação.

Problema jurídico: calúnia, difamação, injúria, incitação ao suicídio e exposição de dados de terceiros.

🔗 https://justicaporjulianasantos.blogspot.com/2025/07/caso-5-video-12-patricia-video-apagado.html


Vídeo 13 – “áudios do terreiro / intolerância religiosa”

Mentira central: ela diz que “muita gente do terreiro” me procurou porque eu causei e inventei histórias sobre o pai de santo.

Tática: pega meus áudios confiados a ela e transforma em fofoca religiosa, prometendo “postar mais” — típico de exposição progressiva pra manter o povo atacando.

Verdade: eu realmente saí do terreiro, mas por motivos éticos e espirituais, depois de confirmar irregularidades; ela omite que foi minha amiga, que eu indiquei o terreiro pra ela e que ela também desconfiou do pai de santo.

Problema jurídico: difamação, exposição de conversa privada, ataque à fé e incentivo ao linchamento dentro de comunidade religiosa.

🔗 https://justicaporjulianasantos.blogspot.com/2025/07/caso-5-video-13-crime-de-intolerancia.html


Vídeo 14 – “áudio técnico com cliente”

Mentira central: ela tenta vender que eu fui grosseira/humilhante com uma cliente.

Tática: recorte de áudio profissional (explicando biotipo e modelo) para parecer destrato.

Verdade: a cliente nem chegou a fechar, logo não há relação de consumo rompida; era só orientação técnica, que faz parte do meu trabalho.

Problema jurídico: deturpação de áudio e dano à reputação profissional.

🔗 https://justicaporjulianasantos.blogspot.com/2025/07/caso-5-video-14-patricia.html


Vídeo 15 – apagado: áudio do “vamos dar corda”

Mentira central: ela usa o meu áudio de desespero para dizer que eu “monto armações”.

Verdade: o áudio é meu, sim, e foi enviado para a Kat num momento de ataque pesado das influenciadoras; não foi executado, não houve fraude, foi um desabafo estratégico e emocional.

Tática dela: mostrar só o meu áudio e esconder que Kat depois se juntou a ela e passou informações internas.

Problema jurídico: divulgação de áudio privado, exposição de estratégia interna e uso disso para me pintar como golpista.

🔗 https://justicaporjulianasantos.blogspot.com/2025/07/caso-5-video-patricia.html


Vídeo 16 – “repeteco da história da Cat”

Mentira central: ela repete que eu explorava a Cat, que usava conta dela, que fazia dormir no ateliê e que obrigava a limpar sujeira de gato.

Tática: vídeo quase igual ao 15 para forçar alcance e fixar a imagem de “chefe abusiva”.

Verdade: Cat foi minha assistente em 2023/2024, depois se associou à Patrícia e ao “Vítimas” e está citada no inquérito de 2025; as movimentações eram consentidas e o episódio do gato foi isolado.

Problema jurídico: difamação reiterada, exposição de ex-funcionária e perseguição.

🔗 https://justicaporjulianasantos.blogspot.com/2025/07/caso-5-video-16-patricia.html


Vídeo 18 – apagado: xingamentos e dados pessoais

Mentira central: que eu seria “pobre despejada que dá golpe em noiva” e que até meu marido foi envolvido porque “minha conta estava bloqueada”.

Tática: mistura minha vida financeira pessoal + meus processos públicos + fofoca de clientes para me desmoralizar como profissional.

Verdade: ela foi atrás de processos meus para usar como munição (stalking), inventou cliente portuguesa, inventou racismo/gordofobia e ainda debochou do despejo.

Problema jurídico: difamação pesada, invasão de privacidade, exposição de terceiro (meu ex), discurso capacitista e incentivo ao linchamento.

🔗 https://justicaporjulianasantos.blogspot.com/2025/07/caso-5-video-18-patricia.html



Vídeo 19 – “ameaças / vou envolver todo mundo”

Mentira central: que eu teria mentido sobre Bel, Andréia e até Jojo Todynho, e que por isso ela ia “voltar com tudo”.

Tática: ameaça velada (“amanhã eu volto”), xingamento direto (“sua vagabunda”, “safada”) e tentativa de trazer pessoas famosas pra briga pra tirar o foco dos crimes dela.

Verdade: esse vídeo nasce logo depois que eu começo a expor o passado dela e o material do Telegram; é reação ao meu conteúdo.

Problema jurídico: ameaça, constrangimento ilegal, difamação e incentivo para terceiros (inclusive famosos) me atacarem.

🔗 https://justicaporjulianasantos.blogspot.com/2025/07/caso-5-video-19-patricia-ameacas.html


Vídeo 20 – “a ex-funcionária que ‘comeu o pão que o diabo amassou’”

Tese criada por Patrícia:

Patrícia volta “nessa caralha” para expor uma ex-funcionária — a Júlia Campos — dizendo que ela trabalhou para você em São Paulo como assessora pessoal, mas que, na prática, “virou empregada doméstica”, “dormia no ateliê”, “limpava banheiro”, “não tinha carteira assinada”, “recebia picado”, “surtou e teve burnout por sua causa” e que você ainda “usa sexo pra conseguir coisas”. Ela mostra um laudo médico de 2024 como se fosse da época do trabalho (2023) e tenta transformar uma relação de trabalho + moradia acordada em caso de escravidão moderna / abuso trabalhista.

1. O que Patrícia diz

• Que Júlia saiu de Goiânia para São Paulo para ser sua assistente pessoal.

• Que o combinado era R$ 3.500 + moradia.

• Que ela dormia no ateliê “para dar conta do serviço”.

• Que ela limpava banheiro e casa.

• Que nunca teve carteira assinada.

• Que só recebeu o salário integral uma vez.

• Que as demais vezes recebeu picado e de contas diferentes (sua conta, conta do Rafael, conta de terceiros).

• Que você disse que “não precisava pagar salário porque ela dormia no quartinho”.

• Que ela entrou em burnout por sua culpa e tem laudo.

• Que ela ainda sofre em 2024 por causa disso.

• E que, por não “aguentar” falar, deu autorização para Patrícia postar tudo e ser a porta-voz dela.

Problema: todo esse discurso é montado para dar aparência de caso trabalhista grave, mas Júlia nunca entrou com ação trabalhista contra você e correu para a internet, não para a Justiça. Isso, por si só, já mostra o objetivo: vingança e exposição, não reparação.

2. Principais inconsistências do relato da Júlia (que Patrícia não checa)

1. Estágio de 2017

• Júlia disse que estagiou com você 6 meses em 2017 e que inclusive “deu banho nos seus filhos”.

• Fato: o estágio dela durou 3 meses, porque ela não tinha habilidade técnica e reclamava muito das tarefas de corte/alinhavo. Você sempre teve babá nessa época e não estava grávida em 2017.

• Suas gestações: Pérola – 2016 e Aurora – outubro de 2018. Em 2017 você não estava grávida. Essa parte do relato dela foi inventada só pra criar a imagem de “patroa que faz estagiária cuidar de filho”.

2. Laudo “de burnout”

• O laudo mostrado por Patrícia é de 2024, mais de 1 ano e 2 meses depois que Júlia saiu do ateliê.

• Os CIDs são F32 (episódio depressivo) e F41 (transtornos ansiosos) — não é burnout (F43).

• Ou seja: não há nexo temporal nem técnico para dizer que você causou aquilo.

3. “Dormia no ateliê porque era explorada”

• Fato: ela dormia no ateliê porque foi esse o acordo para viabilizar a vinda dela a SP. Ela mesma disse que seu problema era moradia em São Paulo.

• Você ofereceu quarto, água, luz, internet e até mercado em vários momentos.

• Quem mora sem pagar NADA no lugar… ajuda a limpar o lugar. Isso não é exploração, é compensação.

4. Limpeza do banheiro / casa

• Ela diz que “virou empregada”.

• Fato: nos prints do grupo (guardados para o processo) ela mesma se refere ao espaço como “a casinha dela”, reclamava quando sujavam, mandava os outros limparem e se comportava como moradora.

• A obrigação de ela e a Isabela limparem banheiro e áreas comuns vinha do fato de morarem lá de graça. Não era função de “assessora virando faxineira”.

5. Pagamentos picados

• Ela diz que você “pagava errado”.

• Fato: você reconhece que alguns pagamentos foram parcelados porque 2023 foi o ano da queda dos contratos + entrada das polêmicas + promessa de investidor que não entrou.

• E há conversas em que a própria Júlia pede para você pagar outros funcionários primeiro porque ela não arcava com aluguel.

• Hoje o que resta em aberto é R$ 500 de maio/23 + discussão sobre acerto, não “meses sem receber”.

6. “Ela me deve danos morais, me deve burnout, me deve tudo”

• Isso é discurso de internet, não jurídico.

• Se fosse isso tudo mesmo, por que não entrou com ação trabalhista?

• Porque o caso dela não fecha juridicamente: moradia + ajuda de custo + função híbrida + ausência de CNPJ transferido + pagamentos feitos = relação de trabalho irregular, mas longe da escravidão e do horror que Patrícia vendeu.

3. O que realmente aconteceu

• Em dezembro/2022 você a convidou porque ela já queria morar em SP e viu em você uma oportunidade.

• O combinado foi: R$ 3.500 + moradia no quarto do ateliê + alimentação muitas vezes por sua conta.

• Ela chega em 3 de janeiro de 2023, num momento em que você ainda estava estruturando o ateliê da Lapa, num sobrado que misturava produção e provas.

• Ela não arcava com aluguel, água, luz, internet.

• Por morar lá, limpava banheiro e área comum — o que é normal.

• Houve mês pago integral, houve mês pago em partes.

• Houve dois adiantamentos de R$ 500 para remédio psiquiátrico — que ela depois disse que eram “por culpa sua”, o que é narrativa.

• Em maio de 2023 ela sai dizendo que faltam R$ 500 e que o acerto dela “dava R$ 3.000 e pouco”.

• Você mandou cálculo menor porque não havia carteira assinada (e ela sabe disso).

• A partir daí ela rompe e procura Patrícia.

• Nunca houve ação trabalhista.

• O que houve foi uso da Patrícia como alto-falante de mágoa pessoal.

4. Por que esse vídeo é grave

Porque ele junta quatro elementos letais de linchamento digital:

1. Figura ex-interna (funcionária / moradora) → passa ao público sensação de “ela viu por dentro”.

2. Porta-voz sem responsabilidade (Patrícia) → publica sem checar, com tom de deboche.

3. Laudo tardio → colocado como se fosse prova da época.

4. Tema trabalhista → gatilho perfeito pra comentário de advogado trabalhista indignado.

Resultado: comentários de ódio, gente pedindo “cadeia”, gente dizendo “escravidão”, gente te chamando de “exploradora de funcionária” — sem uma única petição trabalhista aberta.

5. Crimes / ilícitos que esse vídeo pode configurar

• Difamação (art. 139, CP): atribuir a você conduta desonrosa (“não paga”, “explora”, “faz dormir no chão”).

• Calúnia (art. 138, CP): quando Patrícia diz que você “dá uns seos pras pessoas” e que você faz esquema pra não pagar.

• Injúria (art. 140, CP): ofensas diretas, deboches, tom humilhante.

• Divulgação de documento médico sem necessidade: Patrícia exibe laudo psiquiátrico de terceira pessoa em contexto de ataque — isso pode ser usado contra ela.

• Aliciamento de ex-funcionário para exposição pública: mostra dolo, intenção de te destruir, não de informar.

Este vídeo 20 não prova exploração trabalhista. Ele prova, isso sim, que:

• havia uma relação de trabalho informal, dentro de um ateliê em fase de reestruturação;

• havia moradia como parte do acordo;

• havia pagamentos sim (tanto que ela conta o que recebeu e o que falta);

• e que Júlia preferiu ir para a internet com Patrícia em vez de procurar a Justiça do Trabalho.


Ou seja: “Júlia usa Patrícia para me atacar e nunca entrou com processo trabalhista — é vingança.”

📎 Link que você registrou:

https://justicaporjulianasantos.blogspot.com/2025/07/caso-5-video-20-patricia-funcionaria.html


Vídeo 21 – “Janaína, Janaína, Janaína”

Neste vídeo, Patrícia inicia te chamando de “metralhadora de mentira” e passa a construir uma narrativa de desqualificação pessoal. Ela exibe supostos documentos de casamento, afirma falsamente ter vencido processos contra você, faz ameaças indiretas e tenta ridicularizar sua vida amorosa e pessoal. Durante o vídeo, ela exalta o próprio patrimônio e cita bens e conquistas para se autopromover, enquanto usa isso como argumento de autoridade para sustentar suas mentiras.

O conteúdo segue o mesmo padrão já visto em outros vídeos: autopromoção exagerada, ataques pessoais, ameaças veladas e ausência de provas reais. O objetivo é gerar entretenimento, humilhar publicamente e te descredibilizar, sem qualquer base factual.

A análise demonstra que o vídeo é difamatório e abusivo, configurando discurso de ódio e ampliando o dano moral e psicológico.


📎 Análise completa:

https://justicaporjulianasantos.blogspot.com/2025/07/caso-5-video-21-janaina-janaina-janaina.html


Vídeo 22 – “Relato Fake de Cliente Inexistente”

No vídeo 22, Patrícia divulga um relato totalmente falso, no qual uma mulher alega que você teria dito que pessoas “do tamanho dela” não poderiam usar seus vestidos — chegando até a insinuar que você teria ofendido o corpo da cliente e o noivo dela. O suposto relato é apresentado em prints e áudios sem origem comprovada, sem nome, data ou contrato, o que indica forte indício de invenção ou manipulação digital.

Você explica que tais “provas” são facilmente forjadas, inclusive com o uso de perfis falsos e montagens, e que Patrícia já tem histórico de criar conteúdos adulterados para gerar engajamento e te difamar. Ressalta ainda que, se ela fosse uma jornalista séria, teria te ouvido antes de publicar qualquer acusação — mas seu único objetivo é criar polêmicas e alimentar a narrativa de “defensora das vítimas”, te retratando falsamente como uma estilista preconceituosa.

Esse vídeo incentiva ataques pessoais, gordofobia reversa e comentários cruéis sobre aparência, configurando difamação, calúnia e discurso de ódio. Trata-se de mais um exemplo da campanha de destruição de imagem orquestrada por Patrícia, usando mentiras e manipulação para entreter o público às custas da sua reputação.


📎 Análise completa:

https://justicaporjulianasantos.blogspot.com/2025/07/caso-5-video-22-patricia-cliente-fake.html


🔹  Vídeo 23: Caso Viviane

O Vídeo 23 apresenta o relato da cliente Viviane, que afirma ter contratado um vestido em abril de 2023 e enfrentado dificuldades de comunicação com o ateliê. Segundo ela, após o pagamento, as respostas ficaram lentas e as provas não eram marcadas. Quando finalmente conseguiu agendar uma data, recebeu da assistente de Juliana a informação de que só poderia manter o cronograma se garantisse não engordar nem emagrecer um quilo sequer, o que considerou absurdo. Após o desentendimento, Viviane decidiu cancelar o contrato, alegando ter sido tratada com desdém e dizendo que Juliana enviou longos áudios “com ofensas e justificativas espirituais”, mencionando que “o vestido não deu certo por falta de energia boa”. Ela afirma que o reembolso nunca foi feito e que o atendimento foi “horrível”.

Juliana, por sua vez, esclarece que Viviane realmente foi cliente, mas em uma categoria promocional, com um modelo de corset já criado anteriormente. Explica que:

• O corset reduz medidas, e por isso o ateliê retira as medidas apenas 45 dias antes do casamento, evitando alterações corporais.

• A cliente quis adiantar a prova em quase dois meses, contrariando o contrato e comprometendo o caimento da peça.

• Ainda assim, Juliana tentou atendê-la, deixando claro que alterações corporais gerariam custos adicionais.

• Após a insistência e o conflito, Viviane cancelou o contrato e ingressou com ação judicial, vencida à revelia porque Juliana não conseguiu participar da audiência durante o auge dos ataques virtuais sofridos no caso Andréia Louise.

Posteriormente, Juliana reuniu provas de difamação, mostrando que Viviane passou a abordar outras clientes e seguidoras nas redes sociais, espalhando relatos negativos e mentirosos para dissuadir novos contratos. Durante as investigações, foi comprovado que Viviane também participava ativamente do grupo de WhatsApp do “Vítimas da Estilista”, interagindo com outras pessoas envolvidas na perseguição e repassando informações internas. Por essa razão, ela foi incluída no inquérito policial de 2025, que apura crimes de difamação, calúnia e perseguição virtual organizada.

Em conclusão, o caso Viviane é apontado como exemplo de difamação orquestrada, em que uma ex-cliente utilizou um desentendimento contratual como pretexto para participar de uma campanha coletiva de destruição de reputação, tornando-se parte ativa da rede de ódio liderada por Patrícia e pelo grupo “Vítimas da Estilista”.


🔹 Relatório Vídeo 25 — Análise Completa (Acusação de Enriquecimento e Viagem à Disney)

No Vídeo 25, Patrícia reproduz um relato em que uma mulher questiona a veracidade das suas dificuldades financeiras, afirmando que seria incoerente você alegar falta de recursos enquanto “planejava uma viagem à Disney”. A acusadora cita ainda uma conversa em que você teria dito que 176 noivas ficariam sem vestido, e usa esse número para insinuar um esquema de fraude e desvio de dinheiro, calculando de forma distorcida um faturamento fictício.

Em sua defesa, você esclarece que:

• O número 176 corresponde ao total de contratos fechados até 2026, incluindo noivas de anos anteriores (2021–2024), com pagamentos diluídos ao longo do tempo.

• Muitos contratos foram de baixo valor ou promocionais, e parte das noivas “às cegas” pagava apenas o custo do material, sem lucro.

• As alegações de viagem à Disney foram frases descontextualizadas sobre um sonho pessoal, não planos reais ou gastos incompatíveis.

A análise mostra que Patrícia manipula informações financeiras e pessoais para criar uma aparência de fraude, ignorando as regras básicas do funcionamento de um ateliê de noivas. Trata-se de difamação e calúnia, com possível enquadramento como indução do público ao erro.


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🔹 Relatório Vídeos 28 e 29 — Caso do Vídeo Vazado do Reality Show

Nesses dois vídeos, Patrícia vaza ilegalmente o seu vídeo de inscrição em um reality show que ainda não havia ido ao ar, expondo conteúdo pessoal e sensível. A divulgação foi feita com o objetivo de ridicularizar você, incentivar comentários capacitistas e alimentar ataques.

Patrícia ainda afirma falsamente ter contatos com a produção do programa, alegando que:

• Você teria “querido ser a protagonista”, causado confusões e acusado injustamente colegas de capacitismo.

• Teria sido “convidada a se retirar do reality”, o que é falso — você pediu desligamento voluntário no 5º episódio.

• Ela também promete divulgar áudios privados no Telegram, incentivando o público a acessar conteúdo íntimo.

Esses atos configuram:

• Quebra de sigilo contratual e violação de privacidade (Art. 21 do Código Civil);

• Difamação e calúnia, ao atribuir condutas sem provas;

• Incitação ao ódio e perseguição organizada, ao promover campanha de humilhação pública.


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🔹 Relatório Vídeos 30 e 31 — Ex-Costureiras e Suas Mentiras Desde 2014


Esses vídeos reúnem depoimentos de duas ex-funcionárias, Luzia (2014) e Eliane (2015–2016), amplamente compartilhados por Patrícia e pelo perfil “Vítimas da Estilista”, servindo de base para as falsas acusações de golpes e estelionato. Ambas aparecem em postagens e grupos internos do “Vítimas”, demonstrando ligação direta com a rede de difamação.


🧵 Vídeo 30 — Relato de Luzia

Luzia afirma falsamente ter sido sua “sócia”, dizendo que você “não pagava aluguel”, “era porca” e “perturbada”. No entanto:

• Não houve qualquer contrato social, nem divisão de lucros.

• Ela trabalhou apenas alguns meses como costureira, sem vínculo societário.

• Após ser dispensada, abriu um ateliê com nome idêntico ao seu para confundir clientes.

• Foi absolvida no inquérito aberto por denúncia caluniosa, sem apresentar provas.

👉 Crimes configurados: difamação, injúria, falsa comunicação de crime e perseguição reiterada (Art. 139, 140 e 147-A do CP).


🧵 Vídeo 31 — Relato de Eliane (e Alessandra)

Eliane e a ex-estagiária Alessandra afirmam que você as coagiu e sabotava vestidos. Alegam que você teria obrigado uma funcionária (Franciele) a registrar um boletim de ocorrência sob ameaça de perder a guarda da filha.

Você comprova que:

• Estava grávida e em repouso médico durante o período dos supostos fatos;

• Eliane e Alessandra foram flagradas sabendo de sabotagens e divulgando fotos de vestidos seus como se fossem delas;

• O suposto boletim nunca foi aceito pela delegacia, e nenhuma prova de coação foi apresentada;

• A demissão foi regular, com pagamento integral dos direitos trabalhistas, e a Justiça reconheceu a ausência de dano moral.

Ambas, anos depois, reapareceram em 2018 prestando depoimentos falsos e participando ativamente das campanhas de difamação nas redes, junto ao grupo “Vítimas da Estilista”.

👉 Crimes configurados: calúnia, difamação, denúncia caluniosa e assédio moral coletivo.


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🔹 Resumo — Vídeo 32 (Apagado do Perfil)

Nesse vídeo, Patrícia faz uma série de insinuações falsas: diz que após você ter acesso ao CPF dela alguém abriu uma linha telefônica em seu nome, sugerindo fraude sem apresentar nenhuma prova. Afirma também que você “continua fazendo vítimas”, mencionando uma suposta noiva recente sem identificar ninguém, e que teria feito rifas desde 2019 para arrecadar dinheiro para uma cirurgia, mas usado o valor para viajar — o que também é mentira. Além disso, distorce o fato de você ter proposto um contrato formal para uma live com o perfil “Vítimas”, dizendo que era uma tentativa de coletar dados pessoais. Na verdade, o contrato era apenas uma medida de segurança jurídica, já que o perfil era anônimo.

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🔹 Resumo — Vídeo 33 (Discurso de Legitimação Profissional)

Patrícia tenta justificar seus ataques dizendo ser “jornalista formada com licenças internacionais”, “investigadora voluntária” e estudante de pós-graduação em Direito. Usa esse discurso para legitimar o que chama de “apuração jornalística”, mas que na prática são perseguições pessoais e exposições sem prova. As contradições aparecem quando ela se apresenta como profissional exemplar, mas continua promovendo difamações, e quando afirma ter patrimônio elevado enquanto existem processos de cobrança antigos em seu nome. O vídeo serve como tentativa de blindagem para seguir publicando mentiras sob o pretexto de jornalismo.

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🔹 Resumo — Vídeo 34 (Ninguém Me Silenciou)

Nesse vídeo, Patrícia aparece debochando dos seguidores e reafirma que “ninguém a silenciou” e que vai continuar publicando vídeos sobre você. Ela diz que não apagará nada e que suas postagens são “de interesse jornalístico”, embora o conteúdo seja apenas ofensivo e persecutório. Também confirma que continua recebendo relatos e mantendo postagens no Instagram e no Telegram, mostrando que a rede de difamação segue ativa. O tom sarcástico e provocativo deixa claro que o objetivo é alimentar engajamento e manter viva a perseguição.

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🔹 Resumo — Vídeo 35 (Chumbo Trocado Não Dói)

Patrícia afirma que se arrependeu de ter falado sobre o caso, mas continua expondo prints e relatos de terceiros — desta vez, de uma mulher chamada Francisca — para reforçar a narrativa de que você deve valores. Ela usa o vídeo para incitar seguidores a te atacar, com frases como “chumbo trocado não dói”, e faz ameaças veladas de voltar a expor mais informações. Você esclarece que os atrasos citados são consequência direta dos ataques de Patrícia, e que a rifa mencionada foi usada para manter o ateliê funcionando, não para fins pessoais.

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🔹 Resumo — Vídeos 36 a 38 (O Vídeo das 19 Noivas)

Patrícia distorce um vídeo privado que você enviou para 19 noivas explicando a situação financeira do ateliê e pedindo ajuda voluntária de R$ 750 para concluir os vestidos. No vídeo original, você deixa claro que ninguém era obrigada a contribuir e que todos os vestidos seriam entregues normalmente. Patrícia edita trechos e transforma o pedido transparente em suposta chantagem, acrescentando ofensas pessoais e mentiras sobre sua vida privada. Você comprova que todas as noivas receberam seus vestidos, que a maioria apoiou a iniciativa, e que o vazamento do vídeo ocorreu por influência direta das campanhas de ódio promovidas por ela e pelo grupo “Vítimas da Estilista”.

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🔹 Resumo — Vídeo 39 (Patrícia e o Ex-Namorado Diego)

Patrícia apresenta prints enviados por Diego, ex-namorado de Juliana, alegando que ela teria deixado dívidas e o manipulado emocionalmente. O caso mistura questões pessoais com distorções: o contrato de aluguel foi feito com o consentimento de ambos, e Diego utilizou a situação para se vingar após o término, entregando conversas privadas a Patrícia e Tatiana. Patrícia transforma o episódio em narrativa de “golpe afetivo” sem provas.

Após a publicação do vídeo, foi registrado boletim de ocorrência contra Diego por perseguição e stalking, já que ele passou a usar Patrícia como intermediária para continuar atacando Juliana, expondo detalhes íntimos do relacionamento e fazendo acusações falsas de golpe.

Por participar ativamente tanto no perfil Vítimas da Estilista (onde também há vários vídeos sobre o caso) quanto nas publicações de Patrícia, Diego foi incluído como um dos citados no inquérito de 2025 que apura os crimes de difamação, perseguição e associação para linchamento virtual.


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🔹 Resumo — Vídeo 40 (Denúncia Falsa à Imigração e Fake News sobre Visto)

Nesse vídeo, Patrícia afirma ter denunciado Juliana ao Homeland Security dos EUA por prostituição e diz que ela foi colocada em lista de inelegíveis para visto. A narrativa é totalmente inventada: Juliana nunca solicitou visto americano, e Patrícia utiliza mentiras sobre imigração para parecer poderosa e desviar atenção das próprias investigações. O vídeo é mais uma tentativa de difamar e intimidar.

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🔹 Resumo — Vídeos 41 e 42 (Repostagem de Áudios sobre o Terreiro e Caso Andréia)

Patrícia reaproveita áudios antigos em que Juliana fala sobre o terreiro e o caso Kat/Andréia, tentando reacender polêmicas já esclarecidas. O conteúdo é retirado de contexto e usado para criar novas ofensas, inclusive com comentários preconceituosos sobre religiões de matriz africana. O objetivo é apenas reaquecer o ódio e reforçar estereótipos negativos.

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🔹 Resumo — Vídeo 43 (O Tênis da Senhora Celina)

Patrícia usa reclamações de clientes como Celina e Érica para acusar Juliana de vender produtos falsos e não entregar encomendas. O caso é distorcido: o tênis foi entregue e era original, e as clientes se aproximaram do grupo “Vítimas da Estilista” após desentendimentos pessoais. Patrícia transforma insatisfação estética em acusação de golpe, sem qualquer prova.

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🔹 Resumo — Vídeo 44 (Descoberta sobre o Hotel no México)

Após ser desmentida publicamente sobre onde vive, Patrícia tenta provar que mora em um apartamento comprado no México, mas as imagens mostram que o local é, na verdade, um apart-hotel de temporada. O vídeo mostra mudanças de narrativa, nervosismo e ostentação forçada para encobrir a mentira, além de novos ataques e calúnias contra Juliana.

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🔹 Resumo — Vídeo 45 (Mentira sobre Tentativa de Suicídio e Violação de Sigilo)

Patrícia acusa Juliana de ter inventado uma tentativa de suicídio para faltar a uma audiência, ironizando sua saúde mental e citando informações de processo que correm sob segredo de justiça. O caso é gravíssimo: a tentativa foi real, com laudo médico comprovado, e Patrícia teve acesso ilegal às informações, transformando um episódio de fragilidade humana em humilhação pública.

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🧩  Vídeo 46 (Patrícia acusa o Fábio de falsa identidade e stalking)

Patrícia diz que você e o Fábio estariam ligando para o hotel onde ela estava, se passando por “policial federal”, para descobrir endereço e expô-la. Usa prints e um B.O. para se colocar como vítima, mas o hotel negou ter enviado aquelas mensagens e os prints têm sinais de montagem. Ela inverte a história: transforma uma checagem legítima (pra confirmar que ela estava mesmo no hotel) em “perseguição internacional”. Mistura ainda ataques à Janaína e volta a se apresentar como “protegida” por advogados.

🔗 https://justicaporjulianasantos.blogspot.com/2025/07/caso-5-video-46-patricia-acusa-fabio-de.html


🧩 Vídeos 47 e 48 (frase recortada como se fosse ameaça)

Patrícia pega um trecho do seu desabafo (“gente como você só tem dois destinos… e eu vou participar disso”) e apresenta como se fosse ameaça de morte. No vídeo completo, você está falando de responsabilização jurídica e de expor a verdade, não de violência. Ela usa o recorte para pedir medida protetiva e reforçar a narrativa de que é perseguida, ignorando que você tinha acabado de sair da delegacia denunciando os ataques dela.

🔗 https://justicaporjulianasantos.blogspot.com/2025/07/caso-5-47-e-48-acusacoes-sobre-o-fabio.html


🧩 Vídeo 49 (tentativa de salvar a própria versão do hotel)

Depois que você mostrou as conversas reais com o hotel, Patrícia grava um vídeo longo e cheio de encenação para “provar” que ninguém ligou pra lá. Ela conduz o atendente, insiste em detalhes técnicos e tenta desqualificar seus prints, mas não mostra prova oficial. É um vídeo de controle de dano: ela foi desmentida e corre para manter a versão de vítima e de “perseguida”.

🔗 https://justicaporjulianasantos.blogspot.com/2025/07/caso-5-video-49-o-desespero-de-patricia.html


🧩 Vídeo 50 (penúltimo ataque, com ofensas e intimidação jurídica)

Patrícia volta em tom de deboche, chama você de “burra”, diz que anexou sua fala ao processo e insiste que você a ameaçou. Reaproveita casos de clientes para reforçar a imagem de “inadimplência” e termina desejando mal, tentando te intimidar com a história de “medida cautelar”. É praticamente um vídeo de ódio, sem fato novo.

🔗 https://justicaporjulianasantos.blogspot.com/2025/07/caso-5-video-50-patricia-penultimo.html


Esses vídeos foram justamente o período em que a Patrícia mais me atacou — até ali por volta de maio de 2025. Depois disso, ela deu uma pausa, porque entre março e abril eu já estava começando a expor e desmentir publicamente as mentiras dela e da página Vítimas da Estilista. Quando eu paro com os vídeos, ela também para, porque perde o que usar como combustível. Esse silêncio dura até o dia 11 de agosto, quando eu lanço o blog Justiça por Juliana Santos, que eu já vinha escrevendo desde junho como um relatório jurídico e público, para mostrar o tamanho da farsa e a gravidade desse crime.

E é exatamente por isso que é tão importante a gente enumerar cada uma das falas dela — pra deixar claro que o volume enorme de acusações que ela criava não era baseado em fatos, mas em um roteiro inventado. Patrícia transformava assuntos da minha vida pessoal, questões antigas com clientes e até situações totalmente fictícias em espetáculo, pra alimentar um discurso de ódio e convencer o público de que eu era uma pessoa “problemática”, “trambiqueira” ou “safada”. Esses termos, que ela repete intencionalmente, são o que moldam a imagem que ela queria construir de mim — e é justamente essa distorção que precisa ser desmontada, ponto por ponto.


🧩 Vídeo 1 — “O Casaco Não Entregue”

Tipo: Narrativa parcialmente verdadeira

Conteúdo: Patrícia diz que eu não entreguei o casaco e não devolvi o dinheiro. No início há um fato real — o desacordo sobre o casaco —, mas ela distorce completamente o contexto, transformando uma recusa comercial em uma suposta fraude.

Resultado: Narrativa mentirosa construída a partir de um desacordo comercial.


🧩 Vídeo 2 — “O Golpe dos R$750 e a Intolerância Religiosa”

Tipo: Denúncia falsa com discurso de ódio

Conteúdo: Patrícia repete a história do casaco e inventa que eu dei um golpe de R$750, além de atacar minha religião e envolver o Vitor, que nem tinha relação com o caso.

Resultado: Denúncia falsa + intolerância religiosa + envolvimento de terceiros.


🧩 Vídeo 3 — “Os Áudios da Amizade”

Tipo: Manipulação emocional e difamação pessoal

Conteúdo: Ela usa áudios que eu mandei como amiga, em momentos pessoais, para criar a imagem de que eu seria “trambiqueira” e “vagabunda”.

Resultado: Narrativa manipulada e sem denúncia real — uso indevido de conversas privadas.


🧩 Vídeo 4 — “Nunca Fui Sua Amiga”

Tipo: Controle de narrativa

Conteúdo: Patrícia tenta se descolar da amizade e sustenta que eu seria “duas pessoas”, uma na internet e outra fora dela. Nenhuma denúncia, apenas reforço de discurso.

Resultado: Sem denúncia — apenas construção de imagem


🧩 Vídeo 5 — “O Processo Que Não Existia”

Tipo: Exposição ilegal de dados pessoais + calúnia

Conteúdo: Alega que emprestei dinheiro com desculpas falsas e mostra meus processos públicos, dizendo que tenho “milhares de dívidas” e que sou “golpista”.

Resultado: Denúncia falsa e exposição de informações privadas sem relevância pública.


🧩 Vídeo 6 — “Eu Sou o Seu Karma”

Tipo: Ataque pessoal + perseguição declarada

Conteúdo: Afirma que vai me “perseguir até o mundo saber quem eu sou”. Reforça a história do casaco e menciona o Vitor.

Resultado: Sem denúncia — discurso persecutório e de ódio.


🧩 Vídeo 7 — “A Cartomante”

Tipo: Conteúdo sensacionalista e ofensivo

Conteúdo: Traz um vídeo de uma cartomante falando de mim e faz propaganda dessa pessoa, usando religião e misticismo como deboche.

Resultado: Sem denúncia — uso de preconceito e escárnio religioso.


🧩 Vídeo 8 — “Agora a Coisa Ficou Séria”

Tipo: Reforço de narrativa falsa

Conteúdo: Volta a dizer que dei golpe no valor do casaco, mistura nomes e cria um discurso de ameaça velada.

Resultado: Repetição da denúncia falsa do vídeo 2.


🧩 Vídeo 9 — “Não Ajude Ferrado”

Tipo: Deboche e humilhação pública

Conteúdo: Fala em tom elitista, generalizando e me chamando de “ferrada”. Nenhuma denúncia, apenas humilhação.

Resultado: Sem denúncia — vídeo de ataque moral.


🧩 Vídeo 10 — “Deboche na Cozinha”

Tipo: Conteúdo ofensivo sem denúncia

Conteúdo: Patrícia aparece dançando e debochando de mim.

Resultado: Sem denúncia — apenas ridicularização pública.

🧩 Vídeo 11 — “Os Áudios do Caso Andréia” (apagado)

Tipo: Exposição íntima e manipulação emocional

Conteúdo: Usa meus áudios sobre o caso Andréia, enviados quando éramos amigas, para me chamar de mentirosa e insinuar que eu iria me matar.

Resultado: Sem denúncia — uso cruel de confissão pessoal.


🧩 Vídeo 13 — “O Terreiro”

Tipo: Denúncia falsa + intolerância religiosa

Conteúdo: Patrícia diz que pessoas do terreiro me denunciaram por arrogância, o que nunca aconteceu. Usa isso para dizer que “crio problemas onde vou”.

Resultado: Denúncia falsa, sem crime real envolvido.


🧩 Vídeo 14 — “O Áudio da Cliente”

Tipo: Criação de denúncia falsa com cliente inexistente

Conteúdo: Mostra um áudio meu técnico, falando sobre o caimento de um vestido, e transforma isso em “prova de mau atendimento”.

Resultado: Denúncia inventada — cliente possivelmente fake.


🧩 Vídeo 15 — “O Áudio da Cat”

Tipo: Manipulação interna e vazamento de comunicação

Conteúdo: Mostra áudio meu enviado à Cat (ex-assistente), usado fora de contexto. A Cat, que já estava sob suspeita, fornece o áudio à Patrícia.

Resultado: Sem denúncia — colaboração entre funcionária e difamadora.


🧩 Vídeo 18 — “A Vida Pessoal” (apagado)

Tipo: Exposição de intimidade + humilhação pública

Conteúdo: Patrícia fala sobre minha conta bancária, aluguel e situação financeira, sem qualquer relação com clientes ou crimes.

Resultado: Sem denúncia — exposição pessoal criminosa.


🧩 Vídeo 19 — “As Ameaças”

Tipo: Controle de narrativa e ameaça velada

Conteúdo: Diz que eu estava ameaçando pessoas e promete “contar tudo” sobre mim.

Resultado: Sem denúncia — discurso de intimidação e retaliação.


🧩 Vídeo 20 — “A Ex-Funcionária Júlia”

Tipo: Denúncia sem provas + colaboração criminosa

Conteúdo: Ex-funcionária faz “relato” com várias mentiras, publicado com autorização da Patrícia. Nenhuma prova apresentada, e a funcionária nunca entrou com processo.

Resultado: Denúncia falsa, parte de organização criminosa.

🧩 Vídeo 21 — “O Caso Janaína”

Tipo: Citação indireta sem denúncia

Conteúdo: Patrícia fala da Janaína, exaltando o próprio patrimônio e me citando apenas porque sabia que a Janaína mantinha contato comigo para repassar o que ela fazia.

Resultado: Sem denúncia — apenas citação para alimentar narrativa.


🧩 Vídeo 22 — “A Falsa Acusação de Gordofobia”

Tipo: Denúncia totalmente falsa

Conteúdo: Relato forjado de uma suposta cliente que nunca existiu, acusando-me de gordofobia. Nenhuma prova foi apresentada.

Resultado: Denúncia fake criada para gerar engajamento.


🧩 Vídeo 23 — “A Noiva Viviane Ramírez”

Tipo: Denúncia distorcida baseada em fato real

Conteúdo: Patrícia publica áudios da noiva Viviane, que cancelou o contrato por motivos pessoais. Distorce a história, omitindo o contexto financeiro e dizendo que eu “fugi da justiça”. Viviane, depois, aparece no grupo do Vítimas e foi incluída no inquérito de 2025.

Resultado: Denúncia manipulada e usada para perseguição.


🧩 Vídeo 25 — “O Sonho da Disney”

Tipo: Exposição pessoal + distorção de fala

Conteúdo: Patrícia mostra um áudio meu e o edita para insinuar que eu “enriqueci de forma ilícita” e “queria ir à Disney com dinheiro dos outros”.

Resultado: Sem denúncia — apenas exposição e deturpação de fala pessoal.


🧩 Vídeos 28 e 29 — “O Reality Show”

Tipo: Denúncia falsa + uso indevido de imagem

Conteúdo: Ela vaza meu vídeo do reality, obtido enquanto era minha amiga, e depois inventa que conversou com a produção, criando histórias falsas sobre minha participação.

Resultado: Denúncia totalmente fake — uso criminoso de material pessoal.


🧩 Vídeos 30 e 31 — “As Ex-Funcionárias Luzia e Eliane”

Tipo: Denúncia falsa com pessoas reais

Conteúdo: Ex-costureiras de 2014–2016 reaparecem, com ajuda da Patrícia, repetindo mentiras já desmentidas no inquérito de 2018.

Resultado: Denúncia falsa — vingança pessoal reeditada.


🧩 Vídeo 32 — “O CPF e as Rifas” (apagado)

Tipo: Acusação inventada sem provas

Conteúdo: Patrícia afirma que uso CPF para atos ilícitos e que faço rifas pessoais, sem apresentar provas.

Resultado: Denúncia falsa — sem qualquer evidência.


🧩 Vídeo 33 — “A Falsa Jornalista”

Tipo: Controle de narrativa e manipulação de autoridade

Conteúdo: Após críticas, ela afirma que é jornalista e que tem “licença profissional” para expor meus processos.

Resultado: Sem denúncia — tentativa de se blindar judicialmente.


🧩 Vídeo 34 — “O Silêncio Estratégico”

Tipo: Controle de narrativa

Conteúdo: Diz que está calada porque não tem mais o que dizer, mas promete voltar “assim que souber de algo sobre mim”.

Resultado: Sem denúncia — reforço de protagonismo e ameaça velada.


🧩 Vídeo 35 — “A Costureira Francisca”

Tipo: Denúncia real, mas descontextualizada

Conteúdo: Francisca, que fazia diárias no ateliê, reclama de falta de pagamento durante crise financeira de 2024. O contexto é verdadeiro, mas Patrícia transforma o atraso em “golpe”.

Resultado: Denúncia real, porém distorcida e explorada como vingança.


🧩 Vídeos 36 a 38 — “O Pedido de Ajuda às Noivas”

Tipo: Manipulação de um apelo legítimo

Conteúdo: Patrícia usa um vídeo em que peço ajuda às noivas (em meio à crise causada pelos ataques dela) e transforma em acusação. Uma das noivas, mesmo atendida e satisfeita, entrega o vestido à Patrícia por vingança pessoal.

Resultado: Denúncia falsa baseada em distorção de um apelo legítimo.


🧩 Vídeo 39 — “O Ex-Namorado Diego”

Tipo: Exposição pessoal + perseguição indireta

Conteúdo: Patrícia publica prints e falas de Diego, que a procura para me atacar. Ele distorce um problema de aluguel para me acusar de “golpe afetivo”. Após isso, foi feito boletim de ocorrência por perseguição (stalking), e Diego é citado no inquérito de 2025.

Resultado: Sem denúncia real — apenas vingança pessoal e perseguição.


🧩 Vídeo 40 — “A Denúncia Falsa à Imigração”

Tipo: Denúncia inventada e absurda

Conteúdo: Patrícia alega ter me denunciado à imigração, dizendo que eu perderia meu visto.

Resultado: Denúncia completamente inventada.


🧩 Vídeos 41 e 42 — “Repetição do Terreiro e do Áudio da Cat”

Tipo: Reciclagem de narrativas antigas

Conteúdo: Reposta temas antigos (terreiro, áudios da Cat) apenas para gerar novos ataques.

Resultado: Sem denúncia — reaproveitamento de conteúdo difamatório


🧩 Vídeo 43 — “A Cliente do Tênis Pintado”

Tipo: Denúncia distorcida e oportunista

Conteúdo: Cliente chamada Celina reclama de um tênis pintado sob pressão. Ela não me procura diretamente e entrega o caso à Patrícia.

Resultado: Denúncia desproporcional e manipulada.


Ao todo, entre os 50 primeiros vídeos publicados por Patrícia, a imensa maioria não traz qualquer denúncia real. São, em grande parte, conteúdos fabricados com o único objetivo de destruir a minha imagem, manipular o público e manter a narrativa de que eu seria uma pessoa problemática ou criminosa.

Entre todos os vídeos analisados:

• 28 vídeos são compostos exclusivamente por questões pessoais minhas, momentos de vulnerabilidade, áudios antigos, ou situações da minha vida privada completamente retiradas de contexto. São vídeos em que Patrícia usa conversas íntimas, histórias antigas, falas de amigos, ex-funcionários e até ex-relacionamentos para criar um personagem sobre mim — como se minha vida pessoal fosse uma prova de mau-caráter. Nenhum desses vídeos traz crime, denúncia ou cliente envolvido; são apenas exposições públicas para gerar ódio e deboches.

• 16 vídeos são denúncias totalmente falsas, criadas a partir de histórias inventadas, pessoas inexistentes ou provas manipuladas — como o caso da suposta gordofobia, da falsa denúncia à imigração, dos prints falsificados do hotel no México e das acusações de golpe com o ex-namorado. Nessas postagens, Patrícia fabrica fatos para dar aparência de credibilidade ao discurso e sustentar uma sequência de “denúncias” que nunca existiram.

• 4 vídeos são denúncias baseadas em fatos reais, mas distorcidos de forma grave, ou usados fora do contexto — como os casos de cancelamento de contrato da Viviane, da Francisca e das ex-costureiras Luzia e Eliane. Mesmo nesses exemplos, o que houve foram desentendimentos comerciais ou dificuldades financeiras decorrentes justamente da perseguição e das quedas provocadas pelos ataques públicos dela.

• 2 vídeos tratam de questões místicas e religiosas, em que ela me ataca usando intolerância religiosa e debocha da minha fé e dos terreiros que frequentei, sempre em tom de desrespeito e preconceito.


Por fim, nenhum dos 50 principais vídeos analisados apresenta prova concreta, documento jurídico, cliente formal ou processo real que comprove crime da minha parte. Todos os conteúdos são narrativas construídas, com base em distorções, recortes de áudios, fofocas de terceiros ou manipulações de fatos pessoais.

• 28 exposições pessoais e áudios distorcidos, sem relação com clientes.

• 16 denúncias completamente falsas e fabricadas.

• 4 denúncias baseadas em fatos reais, mas manipuladas e descontextualizadas.

• 2 ataques religiosos e espirituais disfarçados de “denúncia”.

O que se comprova é que não há crime algum cometido por mim, mas sim um padrão sistemático de perseguição, manipulação e destruição de reputação — uma estratégia que mistura a minha vida privada com mentiras fabricadas para sustentar a narrativa de que eu seria uma pessoa desonesta. Tudo isso foi construído com o único propósito de alimentar o ódio público e o engajamento em cima da minha dor


🔹 Conclusão do Primeiro Bloco – Aline, Andréia, Bel e Patrícia: o início do crime de ódio


Ao analisar esses primeiros casos — Aline, Andréia, Bel e depois Patrícia — eu entendo com muita clareza como tudo isso começou e como se transformou no maior linchamento virtual já visto contra uma pessoa. Essas foram as quatro peças que formaram a base de toda a narrativa que destruiu minha imagem e minha carreira.

Tudo começou com a Aline, que sempre sonhou em ser uma influenciadora. Nos vídeos antigos dela, antes mesmo de me conhecer, ela fala abertamente sobre esse sonho e sobre o desejo de viver da internet, mesmo sem saber exatamente como. Quando percebeu que vídeos de noivas expondo fornecedores estavam viralizando no TikTok, ela viu ali uma oportunidade de conseguir a fama que não vinha. O relato dela nunca foi uma denúncia legítima — foi uma jogada calculada para viralizar, tanto que ela mesma admite em um dos vídeos posteriores que dividiu o conteúdo em quatro partes “para uma delas estourar”. E estourou. Ela ganhou seguidores, fama e validou a fórmula: usar meu nome como combustível de engajamento.

Logo em seguida veio a Andréia, que também já tinha um público e queria manter sua relevância depois do casamento. Ela viu a chance de surfar na mesma onda, principalmente quando percebeu que meus vídeos sobre o vestido dela tiveram mais alcance que os dela. A denúncia dela foi feita por uma madrinha, de forma covarde e planejada, e rapidamente viralizou. A Andréia não esperava que eu tivesse provas para rebater as mentiras. Quando eu me defendo e apresento as provas, ela não admite o erro — e, em vez disso, tenta inverter o jogo para se colocar como vítima. Ali nasce o “hate bait”: ela me ataca, o público reage, eu respondo, e ela se aproveita do retorno para continuar crescendo em cima do meu nome.

A Bel entra em seguida, também tentando tirar proveito desse momento. O nosso caso nunca foi comercial — foi apenas uma parceria de influenciadoras, algo que eu já tinha feito com muitas outras pessoas. Mas a Bel não aceitou o fato de não ser o centro da atenção, de ouvir um não, de não ter o protagonismo que imaginava. Transformou um simples desacordo de bastidores em um drama público. E mesmo assim, em momento nenhum eu a expus. Ela, sim, aproveitou o momento para se unir às outras e reforçar o coro de acusações.

E por fim vem a Patrícia, que é o ponto de virada. Diferente das outras, ela age de forma mais fria, calculada e manipuladora. Ela se aproxima de mim se passando por amiga, ganha minha confiança, coleta informações e me estuda. É assim que ela age com todas as pessoas que escolhe perseguir. E quando percebe que eu já estava me afastando, ela dá o bote — transformando um simples desacordo comercial (o caso do casaco) em uma narrativa de golpe. A partir dali, o que era uma fofoca pessoal vira uma campanha criminosa organizada.

A Patrícia entendeu como ninguém o algoritmo do ódio. Usou o TikTok — a maior plataforma do país — para montar um espetáculo, misturando minha vida pessoal, minhas dores, meus erros e até questões espirituais, em um enredo de destruição. Ela sabia que havia um público pronto para isso: um público carente de senso crítico, movido pelo preconceito e pela vontade de ver alguém ser destruído. E foi assim que ela conseguiu reunir todas as pessoas que já tinham algum ressentimento ou frustração comigo, inclusive aquelas do inquérito de 2018, que nunca aceitaram que eu tinha sido inocentada.

O perfil Vítimas da Estilista surge exatamente desse acúmulo de rancor e oportunidade. Não foi uma página feita para “denunciar” — foi uma ferramenta de vingança coletiva, onde cada uma dessas pessoas despejou suas frustrações, mentiras e invejas pessoais, embaladas em um discurso de “justiça”. E o resultado foi devastador: cancelamentos em massa, ameaças, linchamento moral, destruição profissional e emocional.

Mas, agora que tudo isso está sendo revelado e documentado — com provas, testemunhos e investigações reais —, o castelo de mentiras começa a ruir. O público que antes aplaudia já se distancia, as visualizações despencam, e a verdade começa a se impor. O Vítimas da Estilista já perdeu milhares de seguidores, e as próprias pessoas envolvidas sabem que o ciclo está chegando ao fim.

Esse crime nunca foi sobre vestidos, contratos ou clientes. Esse crime foi sobre ódio, capacitismo, inveja e vingança. Foi sobre o incômodo de ver uma mulher com deficiência, independente, criativa e espiritual, ocupar um espaço que muitos achavam que ela não merecia. Foi sobre o medo de ver uma mulher renascer, mesmo depois de ter sido queimada viva.

E por isso eu sigo — não como a “vítima da estilista”, mas como a mulher que sobreviveu à maior perseguição digital já feita contra uma pessoa no Brasil. Porque, apesar de tudo o que tentaram fazer comigo, eu estou aqui — viva, lúcida, amparada, e disposta a lutar até o fim para que cada uma dessas pessoas responda pelos crimes que cometeu.

Independente de tudo isso, eu nunca fugi da minha responsabilidade. Eu sei exatamente os erros que cometi como empresária, sei dos contratos que ainda preciso quitar e dos cancelamentos que aconteceram nesse período tão difícil. E é por isso que a primeira coisa que eu vou fazer, assim que essa situação criminal estiver devidamente encaminhada, é reestruturar minha vida profissional e colocar em prática uma nova campanha — que será lançada agora no final do ano — com a venda das minhas criações autorais, produtos e peças exclusivas. A partir dessas vendas, a prioridade será quitar todos os contratos cancelados, depois os funcionários e credores, e, por último, as minhas dívidas pessoais. Porque, no fim das contas, a única coisa que essas pessoas ainda tentam usar contra mim é a narrativa de que eu não paguei. E quando tudo isso estiver resolvido, quando cada uma dessas pendências estiver paga, de que crime elas vão me acusar? Porque, nesse momento, quem vai estar no banco dos réus, respondendo por calúnia, difamação, falsidade ideológica, perseguição e crime organizado, serão elas — as mesmas que construíram um império de mentiras em cima da minha dor.

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